PuTTY (Português)

From ArchWiki
Jump to navigation Jump to search
Status de tradução: Esse artigo é uma tradução de PuTTY. Data da última tradução: 2019-04-16. Você pode ajudar a sincronizar a tradução, se houver alterações na versão em inglês.

PuTTY é uma port do popular cliente de interface gráfica para conexão SSH, Telnet, Rlogin e serial para Windows. Ele tem suporte para opções avançadas de log e termcap, bem como uma aparência muito configurável e a capacidade de encaminhar portas ou criar um túnel SOCKS através de um destino SSH. Para começar, simplesmente execute o PuTTY, digite o nome do host do host ao qual você gostaria de se conectar e pressione Open para abrir.

Instalação

Instale putty.

Configuração

As configurações podem ser modificadas através das abas à esquerda, no entanto, elas serão redefinidas se não forem salvas. Para salvar suas configurações, digite um nome na caixa, em "Saved Sessions", e clique em "Save". Para carregá-las novamente mais tarde, clique no nome do seu salvamento e clique em "Load". Isso permite que você mantenha de forma persistente suas configurações visuais, termcap e de conexão entre as conexões e também permite que você mantenha um salvamento por host usado regularmente. O salvamento "Default Settings" é automaticamente carregado toda vez que você inicia o PuTTY, então salve sob esse nome com cuidado.

Dica: PuTTY ganhou suporte a ECDSA, Ed25519 e outros tipos de chave SSH padrão com a versão 0.68 (fevereiro de 2017).[1] Teste-a e remova eventuais fallbacks para tipos de chave legados que você usou.

Importando chaves

O PuTTY usa seu próprio formato para armazenar as chaves privadas no lado do cliente. Para importar uma chave que você gerou anteriormente, você precisa usar o comando puttygen.

$ puttygen arquivo-de-chave -o saída-chave-de-chave.ppk

sendo arquivo-de-chave um arquivo de chave privada existente e saída-arquivo-de-chave.ppk o arquivo que receberá a chave.

Se o arquivo-de-chave estiver protegido com uma senha, você será solicitado a inseri-la, mas a chave ainda será protegida posteriormente no saída-arquivo-de-chave.ppk.

Após isso, você pode importá-la para fazer uma conexão SSH: Connection > SSH > Auth > Private key file for authentication e clique em Browse... para adicioná-la.

Suporte a 256 cores

Settings > Connection > Data : Terminal-type string = putty-256color

Para testar suporte a cor, execute o seguinte comando[2]:

for code in {0..255}; do echo -e "\e[38;05;${code}m $code: Test"; done

Veja 256colours para detalhes.