Difference between revisions of "Beginners' Guide/Installation (Português)"

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* Alguns problemas foram reportados nos [https://bbs.archlinux.org/ fórums do Arch Linux] relacionados a rede, impedindo o pacman a atualizar/sincronizar repositórios(veja [https://bbs.archlinux.org/viewtopic.php?id=68944] e [https://bbs.archlinux.org/viewtopic.php?id=65728]). Quando instalando o Arch Linux nativamente, estes problemas são contornados substituindo o "baixador de arquivos" do pacman por uma alternativa(veja [[Improve Pacman Performance|Aumento de performance do Pacman]] para maiores detalhes). Quando instalar o Arch Linux como hóspede no [VirtualBox]], este problema pode ocorrer ao usar uma interface do tipo "Host interface" ao invés de "NAT" nas configurações desta máquina.}}
 
* Alguns problemas foram reportados nos [https://bbs.archlinux.org/ fórums do Arch Linux] relacionados a rede, impedindo o pacman a atualizar/sincronizar repositórios(veja [https://bbs.archlinux.org/viewtopic.php?id=68944] e [https://bbs.archlinux.org/viewtopic.php?id=65728]). Quando instalando o Arch Linux nativamente, estes problemas são contornados substituindo o "baixador de arquivos" do pacman por uma alternativa(veja [[Improve Pacman Performance|Aumento de performance do Pacman]] para maiores detalhes). Quando instalar o Arch Linux como hóspede no [VirtualBox]], este problema pode ocorrer ao usar uma interface do tipo "Host interface" ao invés de "NAT" nas configurações desta máquina.}}
  
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=== Instalando o sistema Base ===
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O sistema base é instalado usando o script [https://github.com/falconindy/arch-install-scripts/blob/master/pacstrap.in pacstrap].
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# pacstrap /mnt base base-devel
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{{Note|Caso o pacman falhe ao verificar os pacotes, verifique a data/hora do seu sistema. Se a data for inválida (exemplo, ano 2010), algumas chaves serão consideradas expiradas(ou inválidas), e verificações de assinatura dos pacotes falharão, junto com a interrupção da instalação. Certifique-se de corrigir o horário do sistema, fazendo isto manualmente ou através do cliente {{Pkg|ntp}}, e tente rodar o pacstrap novamente. Veja o artigo [[Time|tempo]] para maiores detalhes sobre correção da data do sistema.}}
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* {{Grp|base}}: Softwares que fazem parte do repositório [core], fazendo parte do ambiente mínimo necessário.
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* {{Grp|base-devel}}: Ferramentas extras fora do [core] como {{ic|make}} e {{ic|automake}}. A maioria dos iniciantes irá instalar este grupo, que será necessário para aumentar o sistema no futuro. O ''base-devel'' é um grupo necessári para a instalação de pacotes vindos do [[Arch User Repository]].
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Isto lhe dará um ambiente Arch básico. Outros pacotes podem ser instalados mais tarde através do [[pacman]].
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=== Crie um FSTAB ===
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Crie um arquivo [[fstab]] com o seguinte comando. Se preferir utilizar UUIDs ou labels, adicione as opções {{ic|-U}} ou {{ic|-L}} respectivamente. É interessante verificar esta informação antes de continuar:
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{{Nota|Se erros forem encontrados durante a execução do genfstab, '''não''' rode o genfstab novamente; apenas edite o arquivo fstab.}}file.}}
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# genfstab -p /mnt >> /mnt/etc/fstab
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# nano /mnt/etc/fstab
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Apenas a partição raíz ({{ic|/}})  precisa de {{ic|1}} no último campo. O restante, deve ter {{ic|2}} ou {{ic|0}} (veja [[fstab#Field definitions|definições do fstab]]).
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Adicionalmente, {{ic|1=data=ordered}} deve ser removido. Esta opção é usada automaticamente você definindo-a ou não, então, pode ser removida para manter a "clareza" do arquivo fstab.
  
 
===Select Packages===
 
===Select Packages===

Revision as of 20:41, 11 October 2012

Dica: Esta é parte de um artigo multi-páginas do "The Beginners' Guide" ("O Guia para Iniciantes"). Clique aqui se preferir ler o artigo completo.

Instalação

A partir deste momento, você está automaticamente logado em uma shell como usuário root.

Nota: O Framework de instalação do Arch Linux foi descotinuado, portanto, o procedimento de executar o script /arch/setup não funcionará.

Altera a linguagem

Tip: Este passo é opcional para a maioria dos usuários. Útil apenas se desejas o sistema em sua linguagem nativa, editar arquivos de configuração adicionando caracteres especiais, ou configurar senhas de Wi-Fi com tais caracteres ou receber mensagens do sistema na sua linguagem.

Por padrão, a linguagem do teclado é a us. Para utilizadores do Brasil:

# loadkeys br-abnt2

Para utilizadores de outras comunidades lusófonas:

# loadkeys pt-latin9

A fonte de letra do console também pode ser alterada, pois a maioria das linguagens utiliza o padrão de 26 letras do. Nestes casos, alguns caracteres podem aparecer na tela como quadrados brancos ou outros símbolos esquisitos. Note que o comando abaixo é case-sensitive, portanto, digite exatamente da forma como está escrito:

# setfont Lat2-Terminus16

Por padrão, a linguagem da instalação é o Inglês(US). Para alterar a linguagem durante o processo de instalação, basta remover o # na localização desejada no arquivo /etc/locale.gen, junto com a entrada em inglês. Priorize a escolha a entrada UTF-8. Utilize o editor de sua escolha, apesar deste manual utilizar o nano.

Pressione Template:Keypress para sair, e quando perguntado para salvar as alterações, pressione Template:Keypress seguido de Template:Keypress para sobrescrever o arquivo.

# nano /etc/locale.gen
en_US.UTF-8 UTF-8
pt_BR.UTF-8 UTF-8
# locale-gen
# export LANG=pt_BR.UTF-8 

ou

# nano /etc/locale.gen
en_US.UTF-8 UTF-8
pt_PT.UTF-8 UTF-8
# locale-gen
# export pt_PT.UTF-8 UTF-8

Lembre-se, Template:Keypress ativa e desativa um mapa de teclado.

Estabelecendo conexão com a internet

O serviço The dhcpcd inicia automaticamente em tempo de inicialização, e tentará iniciar uma conexão cabeada se disponível. Tente pingar um site para verificar a disponibilidade. Como o google tá sempre online...

# ping -c 3 www.google.com
PING www.l.google.com (74.125.132.105) 56(84) bytes of data.
64 bytes from wb-in-f105.1e100.net (74.125.132.105): icmp_req=1 ttl=50 time=17.0 ms
64 bytes from wb-in-f105.1e100.net (74.125.132.105): icmp_req=2 ttl=50 time=18.2 ms
64 bytes from wb-in-f105.1e100.net (74.125.132.105): icmp_req=3 ttl=50 time=16.6 ms

--- www.l.google.com ping statistics ---
3 packets transmitted, 3 received, 0% packet loss, time 2003ms
rtt min/avg/max/mdev = 16.660/17.320/18.254/0.678 ms

Caso você receba o erro ping: unknown host, você deverá configurar a rede manualmente, como descrito abaixo.

Caso contrário, vá para o tópico Preparando os Discos.

Rede Cabeada

Siga o seguinte procedimento para configurar sua conexão cabeada com um endereço IP estático.

Caso o seu computador esteja conectado a uma rede Ethernet, na maioria dos casos, você possuirá uma interface chamada eth0. Caso você tenha interfaces adicionais(como por exemplo, uma interface integrada a placa-mãe) elas seguirão a sequência eth1, eth2, etc.

Você precisa conhecer as seguintes informações:

  • Endereço IP estático.
  • Máscara de rede.
  • Endereço do Gateway
  • Endereço do DNS
  • Nome do domínio(a memos que esteja em uma LAN local, onde pode ignorar tal informação).


Para ativar uma interface de rede como a eth0:

# ip link set eth0 up

Adicione um endereço:

# ip addr add <ip address>/<subnetmask> dev <interface>

Exemplo:

# ip addr add 192.168.1.2/24 dev eth0

Para maiores opções, execute man ip.

Adicione o seu gateway da seguinte forma, substituindo o endereço IP pelo do seu gateway em questão:

# ip route add default via <ip address>

Exemplo:

# ip route add default via 192.168.1.1

Edite o arquivo resolv.conf, substituindo no parametro "nameserver" os endereços IP dos DNS's disponíveis, e o valor do seu domínio no parametro "search".

# nano /etc/resolv.conf
nameserver 61.23.173.5
nameserver 61.95.849.8
search example.com
Nota: Apenas três endereços nameserver podem ser incluídos neste arquivo.

A partir daqui, você deve ter acesso a rede cabeada. Caso contrário, dê uma verificada na página Configuring Network (Português).

Wireless

Siga este procedimento caso você precise de conectividade (Wi-Fi) durante o processo de instalação.

Os drivers e utilitários para conexão sem fio agora estão disponíveis na mídia de instalação. Um bom conhecimento do seu hardware sem fio será de suma importância para a obter sucesso na configuração. Note que seguindo o procedimento deste passo-a-passo habilitará seu hardware durante a utilização do sistema live ou executando em determinado processo da instalação. Estes passos precisam ser repetidos após um reboot no sistema.

Note também que estes passos são opcionais, pois se a conexão sem fio é desnecessária ao processo de instalação, estas configurações podem ser executadas em um período posterior.

Nota: Os exemplos a seguir usam a nomenclatura wlan0 para a interface de rede e linksys para a ESSID. Lembre de alterar estes valores de acordo com a sua configuração.

O procedimento básico será:

  • (opcional) Identificar a sua interface wireless:
# lspci | grep -i net

Ou, se utilizando uma placa externa(usb):

# lsusb
  • Certifique-se de que o udev carregou o driver apropriado, e que uma interface utilizável foi criada, através do comando iwconfig:
Note: Caso você não visualize uma saída de tela similar a esta, sua placa wireless não foi carregada. Neste caso, você deverá carregar o módulo do driver por sua conta. Veja Wireless Setup (Português) para informações mais detalhadas.
# iwconfig
lo no wireless extensions.
eth0 no wireless extensions.
wlan0    unassociated  ESSID:""
         Mode:Managed  Channel=0  Access Point: Not-Associated
         Bit Rate:0 kb/s   Tx-Power=20 dBm   Sensitivity=8/0
         Retry limit:7   RTS thr:off   Fragment thr:off
         Power Management:off
         Link Quality:0  Signal level:0  Noise level:0
         Rx invalid nwid:0  Rx invalid crypt:0  Rx invalid frag:0
         Tx excessive retries:0  Invalid misc:0   Missed beacon:0

Neste exemplo, wlan0 é a interface disponívei.

  • Para levantar a interface:
# ip link set wlan0 up

Uma pequena porcentagem dos dispositivos sem fio também necessitam de um firmware para o driver correspondente. Caso sua interface precide se um, o "erro comum" que pode acontecer ao levantar a interface é o seguinte:

# ip link set wlan0 up
SIOCSIFFLAGS: No such file or directory

Caso tenha dúvidas, utilize o dmesg para buscar por informações no log de kernel e encontrar qual o possível firmware a ser utilizado.

Exemplo de saída de um dispositivo da Intel, requisitando o firmware durante o boot:

# dmesg | grep firmware
firmware: requesting iwlwifi-5000-1.ucode

Caso não haja saída, pode ser concluído que nenhuma firmware é necessária para a sua placa.

Warning: Pacotes de firmware de dispositivos sem fio são pré-instalados dentro de /usr/lib/firmware no ambiente de instalação(liveCD ou liveUSB), porém, devem ser explicitamente instalados ao seu sistema para serem funcionais após o reiniciar da instalação!. A instalação de pacotes será aborada mais tarde neste guia. Certifique-se da instalação de ambos, o módulo e a firmware antes de reiniciar! Veja Wireless Setup (Português) caso esteja incerto dos requisitos de firmware correspondentes ao seu sistema em particular.

Após, utilize o pacote netcfg, e seu utilitário wifi-menu para conectar a rede:

# wifi-menu wlan0

A partir de agora, você já deve ter uma conexão de internet funcionando. Caso contrário, verifique a página Wireless Setup (Português).

ADSL/DSL(PPPoE), modem analógico ou ISDN

Caso você tenha um roteador configurado em modo bridge, rode:

 # pppoe-setup

Para usar a conexão configurada, rode:

# pppoe-start

Possivelmente você precisará fazer ajustes ao arquivo resolv.conf:

# echo nameserver 8.8.8.8 > /etc/resolv.conf

Se você tentando conectar-se através de um mode analógico(dial-up) ou uma conexão ISDN, veja Direct Modem Connection (Português).

Configurando servidor proxy

Caso seu computador esteja atrás de um servidor proxy, exporte as variáveis de ambiente http_proxy e ftp_proxy. Clique aqui para maiores informações.

Preparando os Discos

Warning: O Particionamento pode causar destruição de dados. Recomendamos fortemente que efetue um backup de qualquer informação importante antes de proceder com este passo.

Para completos iniciantes, encorajamos ferramentas gráficas de particionamento. O GParted é um bom exemplo de uma distribuição Linux live, assim como Parted Magic,,, etc. Um dispositivo deve ser primeiramente particionado e então as partições serão formatadas com um sistema de arquivos antes de reiniciar.

Caso já tenha executado este passo, prossiga para Montando as partições. Caso contrário, siga o exemplo:

Exemplo

A mídia de instalação do Arch Linux provê as seguinter ferramentas de particionamento:

  • gdisk – Suporta apenas tabelas de partição GPT.
  • cfdisk – Suporta apenas tabelas de partição MBR.

Este exemplo utiliza o cfdisk, mas ele pode ser facilmente adaptado para o gdisk, que permite o perticionamento em tabelas do tipo GPT.

Notas sobre o boot UEFI:
  • Se você possui uma placa-mãe com suporte a UEFI, você precisará criar uma partição UEFI extra.
  • É recomendado sempre usar GPT para boot UEFI, pois algumas firmwares UEFI não permitem inicialização EFI-MBR.
Notas sobre o particionamento GPT:
  • Se você não está configurando dual boot com o Windows, utilize GPT ao invés de MBR. Leia a lista de vantagens da GPT.
  • Se você possui uma placa mãe com BIOS(ou planeja iniciar em modo de compatibilidade BIOS) e deseja configurar o GRUP em um driver particionado via GPT, você precisará criar uma Partiçaõ de boot BIOS de 2 MiB. O Syslinux não precisa de uma.
Note: Caso esteja instalando o Arch de um driver USB, veja Instalando o Arch Linux de um driver USB.
# cfdisk /dev/sda

Este exemplo mostrará um sistema que terá 15 GB de partição raíz (/), 1GB de partição swap, e o espaço remanescente será destinado ao /home.

Vale enfatizar que particionamento de disco trata-se de gosto pessoal, e que este exemplo existe para propósitos ilustrativos. Veja Particionamento.

Raíz:

Swap:

Home:

O resultado do particionamento ficara parecido com este:

Name    Flags     Part Type    FS Type          [Label]       Size (MB)
-----------------------------------------------------------------------
sda1    Boot       Primary     Linux                             15360
sda2               Primary     Linux swap / Solaris              1024
sda3               Primary     Linux                             133000*

Verifique novamente, e se certifique que você está contente com os tamanhos das partições assim como o layout delas antes de continuar.

Se quiser reiniciar o processo, você pode simplesmente selecionar "Sair" (ou pressionar Template:Keypress) para sair do particionador sem salvar quaisquer alterações feitas no disco. Depois, basta executar o cfdisk novamente.

Se tiver satisfeito, selecione Gravar (ou pressione Template:Keypress) para finalizar a gravação da tabela de partições para o disco. Digite "Sim"(yes) e selecione Sair (ou pressionar Template:Keypress) para sair do cfdisk.

Particionar não é o bastante; As partições precisam de um sistema de arquivos. Para formatar as partições com um sistema de arquivos ext4:

Warning: Verifique e "re-Verifique" se é realmente a partição /dev/sda1 que você deseja formatar. Pode mudar de caso para caso.
# mkfs.ext4 /dev/sda1
# mkfs.ext4 /dev/sda3

E para formatar e ativar a partição de swap:

# mkswap /dev/sda2
# swapon /dev/sda2

Montando as Partições

Cada partição é identificada por um sufixo numeral. Por exemplo, sda1 especifica a primeira partição do primeiro driver, enquanto sda designa o disco por completo.

Para ver o layout de particionamento atual:

# lsblk /dev/sda

Preste atenção na ordem de montagem, pois ela é importante.

Primeiro, monte a partição raíz em /mnt. Seguindo o exemplo abaixo (em seu sistema, pode ser diferente) seria algo como:

# mount /dev/sda1 /mnt

Monte então a partição destinada ao /home e outras separadas para o /boot, /var, etc, caso desejar:

# mkdir /mnt/home
# mount /dev/sda3 /mnt/home

No caso da partição /boot ser separada:

# mkdir /mnt/boot
# mount /dev/sdaX /mnt/boot

Se a sua placa-mãe possuir suporte a UEFI, monte a partição da seguinte maneira:

# mkdir /mnt/boot/efi
# mount /dev/sdaX /mnt/boot/efi

Selecionando um repositório

Antes de instalar, você pode desejar configurar seu arquivo mirrorlist para apontar pra um repositório de seu interesse. Uma cópia deste arquivo será instalado no seu sistema através do pacstrap

# nano /etc/pacman.d/mirrorlist
##
## Arch Linux repository mirrorlist
## Sorted by mirror score from mirror status page
## Generated on 2012-MM-DD
##

Server = http://mirror.example.xyz/archlinux/$repo/os/$arch
...

Se desejar, você pode configurar para que este seja o único repositório disponível, excluindo todo o resto (usando Template:Keypress), porém, é uma boa idéia ter mais de um repositório disponível, caso um deles esteja offline.

Tip:
  • Use o Mirrorlist Generator para obter uma lista atualizada dos repositórios de seu país. Repositórios HTTP são mais rápidos que FTP, devido a um conceito chamado keepalive. Via FTP, o pacman precisa enviar um sinal a cada momento que um pacote é baixando, resultando em uma pequena pausa. Para outras formas de gerar repositórios, veja organizando repositórios e Reflector.
  • Arch Linux MirrorStatus reporta diversos aspectos sobre os repositórios como problemas de rede, problemas de coleta de dados, última data de sincronia, etc.
Note:
  • Sempre que mudar sua lista de repositoŕios, lembre-se de forçar o pacman a atualizar todas as listas de pacotes através de um pacman -Syy. Esta ação é considerada uma boa prática e pode evitar dores de cabeça. Veja Mirrors para maiores informações.
  • Se estiver usando uma mídia de instalação antiga, suas listas de repositórios podem estar desatualizadas, podendo causar problemas na atualização relacionadas ao FS#22510. Por isto, utilize sempre a última mídia disponível como descrito acima.
  • Alguns problemas foram reportados nos fórums do Arch Linux relacionados a rede, impedindo o pacman a atualizar/sincronizar repositórios(veja [1] e [2]). Quando instalando o Arch Linux nativamente, estes problemas são contornados substituindo o "baixador de arquivos" do pacman por uma alternativa(veja Aumento de performance do Pacman para maiores detalhes). Quando instalar o Arch Linux como hóspede no [VirtualBox]], este problema pode ocorrer ao usar uma interface do tipo "Host interface" ao invés de "NAT" nas configurações desta máquina.

Instalando o sistema Base

O sistema base é instalado usando o script pacstrap.

# pacstrap /mnt base base-devel
Note: Caso o pacman falhe ao verificar os pacotes, verifique a data/hora do seu sistema. Se a data for inválida (exemplo, ano 2010), algumas chaves serão consideradas expiradas(ou inválidas), e verificações de assinatura dos pacotes falharão, junto com a interrupção da instalação. Certifique-se de corrigir o horário do sistema, fazendo isto manualmente ou através do cliente ntp, e tente rodar o pacstrap novamente. Veja o artigo tempo para maiores detalhes sobre correção da data do sistema.
  • base: Softwares que fazem parte do repositório [core], fazendo parte do ambiente mínimo necessário.
  • base-devel: Ferramentas extras fora do [core] como make e automake. A maioria dos iniciantes irá instalar este grupo, que será necessário para aumentar o sistema no futuro. O base-devel é um grupo necessári para a instalação de pacotes vindos do Arch User Repository.

Isto lhe dará um ambiente Arch básico. Outros pacotes podem ser instalados mais tarde através do pacman.


Crie um FSTAB

Crie um arquivo fstab com o seguinte comando. Se preferir utilizar UUIDs ou labels, adicione as opções -U ou -L respectivamente. É interessante verificar esta informação antes de continuar:

Nota: Se erros forem encontrados durante a execução do genfstab, não rode o genfstab novamente; apenas edite o arquivo fstab.
file.}}
# genfstab -p /mnt >> /mnt/etc/fstab
# nano /mnt/etc/fstab

Apenas a partição raíz (/) precisa de 1 no último campo. O restante, deve ter 2 ou 0 (veja definições do fstab).

Adicionalmente, data=ordered deve ser removido. Esta opção é usada automaticamente você definindo-a ou não, então, pode ser removida para manter a "clareza" do arquivo fstab.

Select Packages

All packages during installation are from the [core] repository. They are further divided into Base, and Base-devel. Package information and brief descriptions are available here.

First, select the package category:

Note: For expedience, all packages in base are selected by default. Use the space-bar to select and de-select packages.
Base 
Packages from the [core] repo to provide the minimal base environment. Always select this and only remove packages that will not be used.
Base-devel 
Extra tools from [core] such as make, and automake. Most beginners should choose to install it, as many will probably need it later.

After category selection, you will be presented with the full lists of packages, allowing you to fine-tune your selections. Use the space bar to select and unselect.

Note: If connection to a wireless network is required, remember to select and install the wireless_tools package. Some wireless interfaces also need ndiswrapper and/or a specific firmware. If you plan to use WPA encryption, you will need wpa_supplicant. The Wireless Setup page will help you choose the correct packages for your wireless device. Also strongly consider installing netcfg, which will help you set up your network connection and profiles after you reboot into your new system.

After selecting the needed packages, leave the selection screen and continue to the next step, Install Packages.

Install Packages

Install Packages will install the selected packages to your new system. If you selected a CD/USB as the source, package versions from the CD/USB will be installed. If you opted for a Netinstall, fresh packages will be downloaded from the internet and installed.

Note: In some installers, you will be asked if you wish to keep the packages in the pacman cache. If you choose 'yes', you will have the flexibility to downgrade to previous package versions in the future, so this is recommended (you can always clear the cache in the future).

After the packages have been downloaded, the installer will check their integrity. Next it will create the kernel from the packages downloaded.

Configure the System

Tip: Closely following and understanding these steps is of key importance to ensure a properly configured system.

At this stage of the installation, you will configure the primary configuration files of your Arch Linux base system. Previous versions of the installer included hwdetect to gather information for your configuration. This has been deprecated and replaced with udev, which should handle most module loading automatically at boot.

Now you will be asked which text editor you want to use; choose nano, joe or vi. nano is generally considered the easiest of the three. Please see the releated wiki pages of the editor you wish to use for instructions on how to use them. You will be presented with a menu including the main configuration files for your system.

Note: It is very important at this point to edit, or at least verify by opening, every configuration file. The installer script relies on your input to create these files on your installation. A common error is to skip over these critical steps of configuration.

Can the installer handle this more automatically?

Hiding the process of system configuration is in direct opposition to The Arch Way. While it is true that recent versions of the kernel and hardware probing tools offer excellent hardware support and auto-configuration, Arch presents the user all pertinent configuration files during installation for the purposes of transparency and system resource control. By the time you have finished modifying these files to your specifications, you will have learned the simple method of manual Arch Linux system configuration and become more familiar with the base structure, leaving you better prepared to use and maintain your new installation productively.

/etc/rc.conf

Arch Linux uses the file /etc/rc.conf as the principal location for system configuration. This one file contains a wide range of configuration information, principally used at system startup. As its name directly implies, it also contains settings for and invokes the /etc/rc* files, and is, of course, sourced by these files.


LOCALIZATION section
Example for LOCALIZATION:
LOCALE="en_US.utf8"
DAEMON_LOCALE="no"
HARDWARECLOCK="localtime"
TIMEZONE="US/Eastern"
KEYMAP="us"
CONSOLEFONT=
CONSOLEMAP=
USECOLOR="yes"
VERBOSE="3"
LOCALE 
This sets your system locale, which will be used by all i18n-aware applications and utilities. You can get a list of the available locales by running locale -a from the command line. This setting's default is usually fine for US English users. However if you experience any problems such as some characters not printing right and being replaced by squares you may want to go back and replace "en_US.utf8" with just "en_US".
DAEMON_LOCALE 
Specifies whether or not to use the daemon locale (with "yes" or "no"). Will use the environment variable $LOCALE as the value of the locale if specified as "yes", otherwise will use the C locale (if left at the default value of "no").
HARDWARECLOCK 
Specifies whether the hardware clock, which is synchronized on boot and on shutdown, stores UTC time, or localtime. UTC is recommended because it greatly simplifies changing timezones and daylight savings time [3].
TIMEZONE 
Specify your TIMEZONE. (All available zones are under /usr/share/zoneinfo/).
KEYMAP 
The available keymaps are in /usr/share/kbd/keymaps. Please note that this setting is only valid for your TTYs, not any graphical window managers or X.
CONSOLEFONT 
Available console fonts reside under /usr/share/kbd/consolefonts/ if you must change. The default (blank) is safe.
CONSOLEMAP 
Defines the console map to load with the setfont program at boot. Possible maps are found in /usr/share/kbd/consoletrans, if needed. The default (blank) is safe.
USECOLOR 
Select "yes" if you have a color monitor and wish to have colors in your consoles.
VERBOSE 
Level of verbosity, on a scale of 1 to 8.

HARDWARE Section
Example for HARDWARE:
# Scan hardware and load required modules at boot
MOD_AUTOLOAD="yes"
MODULES=(loop)
MOD_AUTOLOAD 
Setting this to "yes" will use udev to automatically probe hardware and load the appropriate modules during boot, (convenient with the default modular kernel). Setting this to "no" will rely on the user's ability to specify this information manually, or compile their own custom kernel and modules, etc.
MODULES 
Specify additional MODULES if you know that an important module is missing. If your system has any floppy drives, add "floppy". If you will be using loopback filesystems, add "loop".

/etc/locale.gen

The /usr/sbin/locale-gen command reads from /etc/locale.gen to generate specific locales. They can then be used by glibc and any other locale-aware program or library for rendering text, correctly displaying regional monetary values, time and date formats, alphabetic idiosyncrasies, and other locale-specific standards.

By default /etc/locale.gen is an empty file with commented documentation. Once edited, the file remains untouched. locale-gen runs on every glibc upgrade, generating all the locales specified in /etc/locale.gen.

Choose the locale(s) you need (remove the # in front of the lines you want), e.g.:

en_US ISO-8859-1
en_US.UTF-8

The installer will now run the locale-gen script, which will generate the locales you specified. You may change your locale in the future by editing /etc/locale.gen and subsequently running 'locale-gen' as root.

Note: If you fail to choose your locale, this will lead to a "The current locale is invalid..." error. This is perhaps the most common mistake by new Arch users.

Pacman-Mirror

Choose a mirror repository for pacman. Remember that archlinux.org is throttled, limiting downloads to 50KB/s. Check Mirrors for more details about selecting a pacman mirror.

Root password

Finally, set a root password and make sure that you remember it later. Return to the main menu and continue with installing bootloader.

Done

When you select "Done", the system will rebuild the images and put you back to the Main Menu. This may take some time.

Install Bootloader

Because we have no secondary operating system in our example, we will need a bootloader. GRUB is the recommended bootloader and will be used in the following examples. Alternatively, you may choose LILO or Syslinux. Please see the related wiki and documentation pages if you choose to use a bootloader other than GRUB.

The provided GRUB configuration (/boot/grub/menu.lst) should be sufficient, but verify its contents to ensure accuracy (specifically, ensure that the root (/) partition is specified by UUID on line 3). You may want to alter the resolution of the console by adding a vga=<number> kernel argument corresponding to your desired virtual console resolution. (A table of resolutions and the corresponding numbers is printed in the menu.lst.)

Explanation:

title 
A printed menu selection. "Arch Linux (Main)" will be printed on the screen as a menu selection.
root 
GRUB's root; the drive and partition where the kernel (/boot) resides, according to system BIOS. (More accurately, where GRUB's stage2 file resides). NOT necessarily the root (/) file system, as they can reside on separate partitions. GRUB's numbering scheme starts at 0, and uses an hdx,x format regardless of IDE or SATA, and enclosed within parentheses. The example indicates that /boot is on the first partition of the first drive, according to the BIOS, so (hd0,0).
kernel 
This line specifies:
  • The path and filename of the kernel relative to GRUB's root. In the example, /boot is merely a directory residing on the same partition as / and vmlinuz26 is the kernel filename; /boot/vmlinuz26. If /boot were on a separate partition, the path and filename would be simply /vmlinuz26, being relative to GRUB's root.
  • The root= argument to the kernel statement specifies the partition containing the root (/) directory in the booted system, (more accurately, the partition containing /sbin/init). An easy way to distinguish the 2 appearances of 'root' in /boot/grub/menu.lst is to remember that the first root statement informs GRUB where the kernel resides, whereas the second root= kernel argument tells the kernel where the root filesystem (/) resides.
  • Kernel options. In our example, ro mounts the filesystem as read-only during startup, (usually a safe default; you may wish to change this in case it causes problems booting). Depending on hardware, rootdelay=8 may need to be added to the kernel options in order to be able to boot from an external usb hard drive.
initrd 
The path and filename of the initial RAM filesystem relative to GRUB's root. Again, in the example, /boot is merely a directory residing on the same partition as / and kernel26.img is the initrd filename; /boot/kernel26.img. If /boot were on a separate partition, the path and filename would be simply /kernel26.img, being relative to GRUB's root.

Example

title  Arch Linux (Main)
root   (hd0,0)
kernel /boot/vmlinuz26 root=/dev/sda1 ro
initrd /boot/kernel26.img

Example for /boot on a separate partition

title  Arch Linux (Main)
root   (hd0,0)
kernel /vmlinuz26 root=/dev/sda3 ro
initrd /kernel26.img

Install the GRUB bootloader to the master boot record (/dev/sda in our example).

Warning: Make sure to install GRUB on /dev/sdX and not /dev/sdX#! This is a common mistake.
Tip: For more details, see the GRUB wiki page.

Reboot

That's it; You have configured and installed your Arch Linux base system. Exit the install, and reboot:

# reboot
Tip: Be sure to remove the installation media and perhaps change the boot preference in your BIOS; otherwise you may boot back into the installation!

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