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===Instalar Fontes===
 
===Instalar Fontes===
Neste ponto, você pode querer instalar algumas fontes de boa aparência, '''antes''' de instalar um ambiente gráfico/gerenciador de janelas. 'Dejavu' e 'bitstream-vera' são belos pacotes de fontes. Para páginas de Internet, você pode querer ter também fontes Microsoft. Instale com:
+
Neste ponto, você pode querer instalar algumas fontes de boa aparência, '''antes''' de instalar um ambiente gráfico/gerenciador de janelas. 'Dejavu' e 'bitstream-vera' são belos pacotes de fontes. Instale com:
pacman -S ttf-ms-fonts ttf-dejavu ttf-bitstream-vera
+
pacman -S ttf-dejavu ttf-bitstream-vera
 +
 
 +
Para páginas de Internet, você pode querer ter também fontes Microsoft. Para tanto você precisará instalar o pacote [https://aur.archlinux.org/packages.php?ID=13030 ttf-ms-fonts] disponível via [[AUR]]
  
 
===~/.xinitrc (de novo)===
 
===~/.xinitrc (de novo)===

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Contents

Tudo que você queria saber sobre o Arch mas tinha medo de perguntar.

Versão PDF --MarcosAugusto 13h54min de 21 de Março de 2008 (PDT)

Este documento te ajudará a instalar e configurar o Arch Linux; uma distribuição GNU/Linux simples, rápida e leve.

Este documento é dirigido a novos usuários, e vai dar um idéia geral de como instalar e configurar o Arch incluindo Ambientes Gráficos, Mídias, Email, Internet, etc. Claro, para se aprofundar mais você deve procurar por estes tópicos em específico.


Documento dividido em 3 partes:

Parte I: Instalar Sistema Base

Parte II: Instalar X e configurar ALSA

Parte III: Instalar e configurar um Ambiente Gráfico

Não se esqueça que você pode imprimir este guia

Não Surte! (DON'T PANIC!)

O método de instalação pode diferir de outros sistemas GNU/Linux que você tenha experimentado. Arch é construido pelos usuários a partir do instalador ncurses e um sistema básico com nada mais que a bash e algumas ferramentas.

Não há ambientes gráficos ou ferramentas de configuração padrão. A partir da linha de comando, usando o pacman, você irá instalar pela internet pacotes adicionais, e montar o sistema ao seu gosto.

O sistema é configurado ao editar arquivos de texto. Ele não oferece interfaces gráficas e não vai te guiar pela mão durante a configuração e customização, mas o design não vai te atrapalhar.

Lembre-se também que, o Arch é voltado para usuários GNU/Linux competentes, assim como usuários interessantos em investir tempo para entender mais a mecânica do sistema.

O princípio do design por trâs do Arch é: mantenha-o simples.

Note que 'simples' não quer dizer 'fácil' ou 'amigável' neste contexto, mas sem modificações, adições e complicações. Resumindo, elegante e minimalista.

"Simple' is defined from a technical standpoint, not a usability standpoint. It is better to be technically elegant with a higher learning curve, than to be easy to use, and technically crap." ('Simples é definido do ponto de vista técnico e não de usabilidade. É melhor ser tecnicmante elegante como uma curva de aprendizagem maior, do que ser fácil de usar e técnicamente uma merda.') -Aaron Griffin

Seguir este guia é essencial para um boa instalação de um sistema Arch Linux.

  • É uma boa idéia imprimir este, para futura referêrencia.

Bem-vindo ao Arch! Vamo começar.

Parte I: Instalar o Sistema Base

Baixar o Arch

A última versão pode ser encontrada aqui.

É recomendado escolher core-iso já que este documento o usa como referência.

Queime a ISO no CD. É recomendável gravar na velocidade mínima possível.

O core-iso contém todos os pacotes necessários pra o sistema base (isso nao inclui Ambientes Gráficos). O resto será instalado posteriormente. Instruções mais abaixo.

Boot Arch Linux CD

TODO: adicionar o guia do arch--MarcosAugusto 23h05min de 12 de Fevereiro de 2008 (PST)

Insira o CD do Arch e inicie por ele. Provavelmente, você terá que modificar a ordem de boot no setup da sua placa-mãe, ou apertar uma tecla (geralmente F11 ou F12) ao ligar.

Opções úteis no Boot do Arch Linux CD:

  • ide-legacy se tiver problemas com drives IDE.
  • noapic acpi=off pci=routeirq nosmp se seu sistema travar durante o boot.
  • memtest86+ checar a memória RAM.
  • lowmem útil para sistemas com pouca RAM.

Requerimentos para 'lowmem' :

96 MB RAM x86_64 (todos os pacotes selecionados)

85 MB RAM i686 (todos os pacotes selecionados

64 MB RAM i686 (só os pacotes do base)

Escolha "Arch Linux Installation / Rescue System". Se você precisar mudar as opções de boot, aperte 'e' para abrir o modo de edição e 'e' novamente para editar. Digite 'b' para iniciar o sistema a partir da linha que você editou. O sistema deve iniciar e exibir uma mensagem.

Mudar o mapa do teclado

Pressione 'ENTER' na mensagem, no prompt digite:

km

se você tiver um teclado não americano, e selecione o correto.

Exemplo:

Em mapa, selecione:

pt-abnt2

Em fonte selecione:

lat0-16

"default8x16.psfu.gz" é uma escolha segura para fonte.

Instalar

Digite:

/arch/setup 

para começar a instalação.

Selecionar 'installation source'

Escolha CD se você baixou o core-iso, ou FTP se optou pela versão FTP.

Repare que o menu agora consiste em passos, iremos seguir um por um:

(1. Prepare Hard Drive) Preparar o Disco

Selecione "Prepare Hard Drive". Cuidado com "Auto-Prepare" (Auto-preparar), esta função apaga o disco completamente!

Neste, vamos particionar manualmente: Escolha "2. Partition Hard Drives", selecione o disco (/sdx) e particione a vontade.

O Instalador do Arch usa o cfdisk para particionar discos.

Se você já sabe particionar um disco, mexer com o cfdisk, pule para a parte Selecionar Pacotes' abaixo.

Info sobre partições

Partições definem áreas no disco que serão reconhecidas e funcionarão como se fossem outros discos físicos, conectados na máquina. E que podem ser formatados de maneira independente.

Os tipos de partições são: "Primária", "Extendida", e "Lógica".

Primárias podem ser marcadas como 'boot' (iniciáveis), a maioria dos sistemas modernos, incluindo Linux, não requer mais isto. Primárias são limitadas a um número máximo de 4. Acima de 4, você deve usar uma partição extendida, que por sua vez conterá partições lógicas.

Partições extendidas não são realmente usadas, elas são meramente um "container" para as lógicas. Um disco pode conter apenas uma partição extendida, e essa pode ser dividida em quantas lógicas você quiser.

Você pode observar isso ao particionar como neste exemplo: Criando 3 primárias (sda1~3), uma extendida (sda4), e subsequentes lógicas (sda5,6,7,8...). Temos assim: 3 primárias que podemos utilizar, uma extendida que não se usa diretamente, e lógicas para se usar normalmente.

Partição Swap (de troca)

A swap funciona como uma "RAM Virtual" fazendo com que o kernel possa usar o disco para armazenar dados que não cabem mais na RAM.

Históricamente a regra para o tamanho da swap era 2x o tamanho da RAM. Mas atualmente, com este tamanho da RAM passando de 1GB, a regra de pode ser de 1x. Neste exemplo, em um computador com 1Gb de RAM, usaremos 1Gb de SWAP.

  • Se você planeja usar o 'Suspender', você deve ter o tamanho da sua RAM + 15% de swap
Esquema de partição

Um esquema de partição é algo pessoal. Cada usuário escolhe oque achar melhor para seus hábitos e necessidades. Oque você precisa, ao mínimo, é uma partição (primário ou lógica) para conter a raiz Filesystem ( / ) e uma para swap. Outros canditatos para morarem em partições separadas são '/boot', que basicamente contém o kernel, '/var' e '/home', que contém os arquivos pessoais do usuário. É uma boa idéia ter (/) e '/home' em partições separadas. Deste modo você pode reinstalar o Arch, ou instalar qualquer outra distro, e manter seus arquivos e preferências.

Neste exemplo, usaremos uma partição pra '/', uma pra '/home', e uma 'swap'.

cfdisk

Vamos começar criando uma partição primária para conter a raiz (/).

Escolha New (Nova) -> Primária e escolha o tamanho que você deseja (algo entre 5 e 15 GB está ótimo para um sistema linux completom). Coque a partição no começo do disco ([beginning]). Selecione sua nova partição e digite B para torná-la bootável.

Aperte também Type (tipo) e selecione '83 Linux'.

Adicione outra partição para '/home'. Escolha outra primária e o tamanho que você quiser. Essa decisão é totalmente pessoal, pode ser de poucos megas para apenas alguns arquivos de escritório, a dezenas de gigabytes de músicas e vídeos.

Lembre-se de deixar um espaço para sua partição de 'swap'.

Assim como antes, selecione Type 83 Linux.

Pra terminar, vamos criar uma terceira partição para 'swap'. Selecione um tamanho entre 512 MB e 1 GB e mude Type para 82 (Linux swap / Solaris).

Sua tabela deve estar 'parecida' com isso:

Name    Flags  Part Type   FS Type         [Label]         Size (MB)
-------------------------------------------------------------------------
sda1    Boot    Primary     Linux                         (4096 - 8192)
sda2            Primary     Linux                         (> 100)
sda3            Primary     Linux swap / Solaris          (512 - 1024)

Escolha Write (escrever) e escolha 'yes'. Cuidado, esta operação irá destruir a MBR antiga, junto com seus dados. Digite Quit(sair) para sair do particionador.

Escolha 'Done' para sair deste menu, e continue em "Set Filesystem Mountpoints".

Meus discos são IDE, porque aparecem como SCSI/SATA?

Desde os últimos aprimoramentos no Kernel do Linux, que incluiu os módulos libata e PATA, todos os dispostivos IDE, SCSI, SATA recebem o nome sdx. Isso é perfeitamente normal.

Setar os pontos de montagem

Primeiro você será perguntado sobre a 'swap'. Escolha a partição apropriada, sda3 no nosso exemplo. Quando pergutado sobre criar um 'swap filesystem'; escolha 'yes'.

Agora, escolha onde montar '/' (raiz)(sda1 no nosso exemplo).

Tipos de Sistemas de Arquivos

Sistemas de arquivo sao um assunto delicado e pessoal. Cada um tem seus prós e contras. E performance tem pode ser atribuída a placebos que a mudanças humanamente perceptíveis. Resumo dos sistemas suportados:

1. ext2 - Antigo, confiável. Estável porém sem journaling support. Pode ser incoveniente para root (/) e /home, devido a fscks muito longos. ext2 pode ser facilmente convertido parar ext3.

2. ext3 - Essencialmente ext2, mas com journaling support. Geramente, em testes é um pouquinho mais lento, porém extremamente estável e de longe o mais usado e suportado sistema de arquivos para Linux.

3. ReiserFS - Hans Reiser's journaling de alta performance usa um método muito interessante de saída de dados. ReiserFS é muito rápido, especialmente se tratando de muitos arquivos pequenos. ReiserFS é comparávelmente lento na montagem. Estável. ReiserFS não está mais sendo desenvolvido, Reiser4 é o nomvo sistema Reiser.

4. JFS - Journaled FileSystem da IBM. JFS é bem rápido e usa o mínimo de recursos possível dentre todos. Rápido na montagem e fscks, e ótima performance, especialmente em conjunção com o 'deadline scheduler'. (Veja JFS.) Não é amplamente suportado como as ext ou ReiserFS.

5. XFS - Sitema com journaling muito rápido. Melhor com arquivos grandes, lento com pequenos. Muito rápido na montagem. Não é uma boa pra '/var' (muitos arquivos pequenos). Único sistema GNU/Linux que dispõe de desfragmentação online. Não é amplamente suportado como as ext ou ReiserFS.

Atente-se ao Journaling, algo comparável com os logs de tranferência, dos bancos de dados. Todos os sitemas, exceto ext2 o oferecem. Uma boa escolha para a partição raiz, root (/) é ext3. ReiserFS, XFS e JFS também são OK, já que o GRUB (gerenciador de boot que vamos instalar em seguida), consegue iniciar a partir delas também. Selecione o sistema de arquivos, formate a partição selecionando 'YES'. Agora será perguntado sobre partições extras, no nosso exemplo falta sda2, escolha um sistema para ela e a monte como '/Home'. Escolha Done. Return to main menu.

(2. Select Packages) Selecionar Pacotes

Vamos selecionar o que deve ser instalado. Escolha novamente a fonte (source).

A seleção é dividida em dois estágios: Primeiro, selecione as categoras e depois você verá a lista completa de pacotes, podendo modificar a vontade. Barra de espaço Marca/Desmarca

  • BASE: Contém os pacotes básicos; o necessário para um sistema simples.
  • SUPPORT: Pacotes adicionais para redes e sistema de arquivos, como: gpm, fuse, dnsutils, wireless drivers, ndiswrapper, ntfs-3g, entre outros.
  • DEVEL: Ferramentas para compilação: GCC, autoconf, automake e make.
  • LIB: Várias libs como: gmp, lebelf, libevent, etc.

Escolha 'yes' para 'Select all packages by default', por enquanto.

A próxima tela mostra todos os pacotes das categorias que você selecionou. Deixar como está é uma boa para iniciantes, enquanto usuários mais experientes gostam de tirar um ou outro pacote.

(3. Install Packages) Instalar pacotes

Você será perguntado sobre manter os pacotes do cache ('keep the packages in pacman cache'), se você escolher sim, terá a possibilidade de voltar pacotes para versões antigas no futuro, então, isto é recomendado. (Você pode apagar depois, de qualquer modo).

O instalador vai agora instalar os pacotes selecionados. Todos são binários otimizados para i686 e utilizarão cerca de 100Mb de espaço.

(4. Configure The System) Configurar o Sistema

Você será perguntado sobre usar o hwdetect para colher informações do computador. Iniciantes deve escolher 'yes'.

Usuários avançados, que conhecem bem seu hw e módulos necessários e são capazes de configurar manualmente o /etc/mkinitcpio e /etc/fstab do zero, podem escolher 'no'. (Desnecessário dizer, esta opção é bem complexa e fora do escopo deste.)

Agora você será perguntado sobre suporte a inicar de 'USB devices', 'FireWire devices', 'PCMCIA devices', 'NFS shares', 'software RAID arrays', 'LVM2 volumes' e 'encrypted volumes'. Escolha 'yes' na que você precisar, no nosso exemplo, nada é necessário.

Iniciantes devem escolher também o 'hwdetect results for /etc/mkinitcpio/'. Isso garante um bom funcionamento dos controladores de disco.


Agora você será perguntado sobre qual editor de texto usar; escolha nano se você não for familiar com o vi/vim.

Deve aparecer um menu, com as opções mais importantes do seu sistema. (Se você quiser conferir algo, use Alt+F2 para outra shell, e volte ao instalador com Alt+F1)

/etc/rc.conf

O Arch segue o princípio do FreeBSD de utilizar /etc/rc.conf como local principal de configuração do sistema. Este arquivo contém um vasto leque de informação, e como o nome implica, também contém configurações para os arquivos sob /etc/rc*.

Este arquivo oferece um jeito elegante de controlar todo o sistema, a partir de um simples arquivo.

O que é?

O arquivo rc.conf (/etc/rc.conf) é o arquivo de configuração mais importante no Arch Linux. Ele centraliza a configuração geral do sistema (fuso horário, mapa de teclado, módulos do kernel e serviços a serem carregados na inicialização do sistema, entre outros) em um único arquivo-texto que pode ser facilmente modificado.

Num sistema recém-instalado, o rc.conf se parece com isso:

#
# /etc/rc.conf - Main Configuration for Arch Linux
#

#
# -----------------------------------------------------------------------
# LOCALIZATION
# -----------------------------------------------------------------------
#
# LOCALE: available languages can be listed with the 'locale -a' command
# HARDWARECLOCK: set to "UTC" or "localtime"
# TIMEZONE: timezones are found in /usr/share/zoneinfo
# KEYMAP: keymaps are found in /usr/share/kbd/keymaps
# CONSOLEFONT: found in /usr/share/kbd/consolefonts (only needed for non-US)
# CONSOLEMAP: found in /usr/share/kbd/consoletrans
# USECOLOR: use ANSI color sequences in startup messages
#
LOCALE="en_US.utf8"
HARDWARECLOCK="localtime"
TIMEZONE="Canada/Pacific"
KEYMAP="us"
CONSOLEFONT=
CONSOLEMAP=
USECOLOR="yes"

#
# -----------------------------------------------------------------------
# HARDWARE
# -----------------------------------------------------------------------
#
# Scan hardware and load required modules at bootup
MOD_AUTOLOAD="yes"
# Module Blacklist - modules in this list will never be loaded by udev
MOD_BLACKLIST=()
#
# Modules to load at boot-up (in this order)
#   - prefix a module with a ! to blacklist it
#
MODULES=()
# Scan for LVM volume groups at startup, required if you use LVM
USELVM="no"

#
# -----------------------------------------------------------------------
# NETWORKING
# -----------------------------------------------------------------------
#
HOSTNAME="myhost"
#
# Use 'ifconfig -a' or 'ls /sys/class/net/' to see all available
# interfaces.
#
# Interfaces to start at boot-up (in this order)
# Declare each interface then list in INTERFACES
#   - prefix an entry in INTERFACES with a ! to disable it
#   - no hyphens in your interface names - Bash doesn't like it
#
# Note: to use DHCP, set your interface to be "dhcp" (eth0="dhcp")
#
lo="lo 127.0.0.1"
eth0="eth0 192.168.0.2 netmask 255.255.255.0 broadcast 192.168.0.255"
INTERFACES=(lo eth0)
#
# Routes to start at boot-up (in this order)
# Declare each route then list in ROUTES
#   - prefix an entry in ROUTES with a ! to disable it
#
gateway="default gw 192.168.0.1"
ROUTES=(!gateway)
#
# Enable these network profiles at boot-up.  These are only useful
# if you happen to need multiple network configurations (ie, laptop users)
#   - set to 'menu' to present a menu during boot-up (dialog package required)
#   - prefix an entry with a ! to disable it
#
# Network profiles are found in /etc/network-profiles
#
#NET_PROFILES=(main)

#
# -----------------------------------------------------------------------
# DAEMONS
# -----------------------------------------------------------------------
#
# Daemons to start at boot-up (in this order)
#   - prefix a daemon with a ! to disable it
#   - prefix a daemon with a @ to start it up in the background
#
DAEMONS=(syslog-ng network netfs crond)


# End of file
Localização
  • LOCALE: Este é o idioma do sistema, o qual será usado por todos os programas que suportem o tal idioma. Você pode obter uma lista dos idiomas disponíveis executando locale -a em um terminal. O padrão (en_US.utf8) deixará o sistema em inglês. Para deixá-lo em português deve-se utilizar pt_BR.utf8 ou pt_PT.utf8, para o português brasileiro ou europeu, respectivamente.
  • HARDWARECLOCK: Especifica se o relógio físico (hardware), o qual o sistema é sincronizado durante a inicialização, está configurado de acordo com a hora universal (UTC) ou local (localtime). UTC faz mais sentido pois simplifica a mudança entre os fusos ou no horário de verão, por exemplo. localtime torna-se necessário se você utiliza na mesma máquina um sistema operacional que não diferencia um do outro, como o Windows.
  • TIMEZONE: Especifica o seu fuso horário. Os valores possíveis aqui são os caminhos relativos a um arquivo, começando do diretório /usr/share/zoneinfo. Por exemplo, se você mora na porção leste do Brasil, deve utilizar Brazil/East, que se refere ao arquivo /usr/share/zoneinfo/Brazil/East. Outras opções são Brazil/West, Brazil/Acre e Brazil/DeNoronha. Portugueses devem usar Portugal simplesmente.
  • KEYMAP: O mapa de teclado a ser utilizado. Se você tem um teclado brasileiro (com a tecla ç), deve utilizar br-abnt2. Se possui um teclado americano e quer utilizar acentos, deve usar us-acentos. Em /usr/share/kbd/keymaps encontrará outras opções. Essa configuração somente afetará o console do sistema e portanto não terá efeito algum nos gerenciadores de janelas ou no X.
  • CONSOLEFONT: Define a fonte utilizada no console. Possíveis valores encontram-se em /usr/share/kbd/consolefonts.
  • CONSOLEMAP: Define o mapa de console utilizado. Os mapas possíveis estão em /usr/share/kbd/consoletrans. Você irá querer configurar isso para um mapa relacionado ao seu locale (8859-1 para Latin1, por exemplo) se estiver usando um locale utf8 acima, e utilizar programas que geram saída 8-bit. Se somente utiliza o X11 no dia-a-dia não precisa se preocupar pois essa configuração só afeta a saída de programas no console.
  • USECOLOR: Ativa (ou desativa) mensagens de estado coloridas durante a inicialização do sistema.
Hardware
  • MOD_AUTOLOAD: Se configurado para "yes", o Arch irá detectar seu hardware durante a inicialização e tentar carregar os respectivos módulos. Isso é feito com a ferramenta hwdetect.
  • MOD_BLACKLIST: Essa é uma lista de módulos que você não quer que sejam carregados durante a inicialização. Por exemplo, se não gostar daquele irritante alto-falante interno, pode colocar o módulo pcspkr nessa lista negra.
  • MODULES: Aqui você pode listar os nomes dos módulos a serem carregados durante a inicialização sem precisar relacioná-los aos dispositivos, como é feito no modprobe.conf. Somente adicione o nome do módulo aqui, e coloque quaisquer opções adicionais no modprobe.conf se necessário. Adicionando-se um ponto de exclamação (!) antes do módulo irá impedir seu carregamento na inicialização (não é o mesmo que o MOD_BLACKLIST!), possibilitando "comentar" certos módulos rapidamente quando necessário. Um benefício de especificar os módulos de rede aqui é que as placas de rede respectivas serão sempre detectadas na mesma ordem que os módulos listados. Isso evita confusão na hora de configurar várias interfaces de rede, já que a cada inicialização elas podem ser detectadas em ordens diferentes. Um jeito ainda melhor de resolver esse problema é usando nomes estáticos para cada interface, configurados através do udev.
  • USELVM: Procura por volumes LVM durante a inicialização; necessário se você usa LVM.
Rede
  • HOSTNAME: É o nome da máquina, sem a parte do domínio. Fique a vontade para escolher um, contanto que só use letras, números e alguns poucos caracteres especiais como o hífen. Em caso de dúvida, pode deixar o nome padrão.
  • INTERFACES: Aqui você define as configurações das interfaces de rede. As linhas já presentes e os comentários explicam como deve ser feito. Se você não usa DHCP, tenha em mente que o valor da variável (a qual o nome representa o nome do dispositivo a ser configurado) é exatamente a linha de argumentos que você daria ao comando ifconfig se estivesse configurando o dispositivo manualmente através do terminal.
  • ROUTES: Você pode definir suas próprias rotas estáticas aqui. Para ter uma idéia de como fazer, veja o exemplo para um gateway padrão. Basicamente, você cria uma rota com os argumentos que passaria ao comando route add, se fosse fazer manualmente. Leia o manual do comando route (man route) se não souber o que escrever aqui, ou simplesmente deixe como está.
  • NET_PROFILES: Ativa certos perfis de rede durante a inicialização. Perfis de rede são uma maneira conveniente de gerenciar múltiplas configurações de rede, e a intenção é substituir a configuração padrão INTERFACES/ROUTES que é ainda mais recomendada para sistemas que possuem uma única configuração. Se seu computador irá participar de várias redes distintas (um portátil, por exemplo) então você deveria dar uma olhada no diretório /etc/network-profiles para configurar alguns perfis. Lá você encontrará um arquivo de exemplo a partir do qual poderá criar novos perfis.
Daemons
  • DAEMONS: Essa é uma lista onde os valores indicados representam os nomes dos scripts em /etc/rc.d que devem ser carregados durante a inicialização do sistema. Se houver um ponto de exclamação (!) antes do nome do script, ele não será executado. Se ao invés disso houver um arroba (@), então ele será executado em segundo plano (background), ou seja, a sequência de inicialização não irá esperar por um retorno do script (se falhou ou não, por exemplo) para continuar o processo. Normalmente você não precisa modificar nada aqui para que o sistema simplesmente funcione, mas definitivamente será necessário modificar essa lista quando você instalar algum serviço como o sshd, e quiser que ele seja carregado automaticamente durante a inicialização. Esse é basicamente o jeito Arch de lidar com o que os outros lidam utilizando-se de vários links simbólicos para um diretório init.d.

Nota: A ordem em que os daemons são listados é importante pois é nessa ordem que eles são carregados. Por exemplo, dbus deve vir antes de hal, a menos que você queira ver algumas mensagens de erro durante a inicialização do sistema.


/etc/fstab

fstab (for file systems table), tabela de sistemas de arquivo) lista os discos disponíveis e suas partições, e indica como eles devem ser iniciados pelo sistema. Este arquivo é lido pelo mount, para procurar onde montar os dispositivos.

Exemplo, /etc/fstab:

#
# /etc/fstab: static file system information
#
# <file system>        <dir>         <type>    <options>                     <dump> <pass>
none                   /dev/pts          devpts          defaults                                0             0
none                   /dev/shm         tmpfs           defaults                               0             0
#/dev/cdrom          /mnt/cdrom iso9660     ro,user,noauto,unhide            0             0
#/dev/dvd              /mnt/dvd      udf            ro,user,noauto,unhide            0             0
#/dev/fd0              /mnt/fd0       vfat           user,noauto                             0             0
/dev/sda1              /                     jfs             defaults,noatime,nodiratime  0            1 
/dev/sda2              /home            jfs             defaults,noatime,nodiratime  0            2
/dev/sda3               swap            swap         defaults                                    0            0

O Hwdetect deve ter configurado este arquivo corretamente, porém checar não faz mal.

  • Se você planeja usar o hal para montar automaticamente mídias (CDs, DVDs), vc deve comentar as linhas cdrom e dvd. hal será explicado abaixo.

As opções noatime e nodiratime podem ser adicionadas a / e /home, independente do tipo de arquivo para obter mais velocidade, performance e melhor utilização de energia. Tanto para laptops quanto PCs de mesa.

Mais informações sobre o Fstab.

mkinitcpio.conf, modprobe.conf e kernel26-fallback.conf

Nós não precisamos editar essas configurações agora. mkinitcpio.conf configura o 'ramdisk' (Ex. boot a partir de RAID, volumes encriptados) modprobe.conf pode ser usado para setar configurações especiais para os módulos do kernel e kernel26-fallback.conf é para a configuração de segurança (fallback) do initramfs.

/etc/resolv.conf (para IP estático)
  • Se você usa DHCP, ignore este arquivo.

Se você usa IP estático, sete seus servidores DNS aqui. Pode haver quantos servidores você quiser.(nameserver <ip-address>).

Se você usa um router, você pode adicioná-lo como dns (geralmente mesmo IP do gateway:

nameserver 192.168.1.1

Ou, adicionei os servidores que você quiser: Ex.:

nameserver 4.2.2.1
nameserver 4.2.2.2
  • Não esqueça de checar a configuração do seu router, e adicionar servidores DNS lá, caso seja necessário.
/etc/hosts

Adicione seu hostname, o mesmo que você configurou em '/etc/rc.conf', deste modo:

127.0.0.1   localhost.localdomain   localhost seuhostname

Este formato, incluido as entradas 'localhost' são necessário para uma boa compatibilidade de programas! Erros nesta sintaxe podem levar a uma performance de rede ruim, e a programas abrindo devagar, ou nem abrindo. Este é um erro comum dos novatos.

Para a maioria, apenas adicionar 'seuhostname' deve funcionar, no entanto, alguns usuários recomendam esta sintaxe:

127.0.0.1  seuhostname.domain.org localhost.localdomain  localhost  seuhostname

Para IP estático, adicione mais esta linha, com a sintaxe <ip> seuhostname.domainame.org seuhostname, Ex.:

192.168.1.100 seuhostname.domain.org  seuhostname
/etc/hosts.deny e /etc/hosts.allow

Modifique estas configurações de acordo com suas necessidades, se você planeja usar ssh. A configuração padrão irá rejeitar todas as conexões, inluindo SSH. Para liberar, adicione em /etc/hosts.allow :

sshd:all 

Isso irá liberar todas as conexões SSH.

Se você não vai usar SSH, deixe como está.

/etc/locale.gen

O comando locale-gen irá ler o arquivo /etc/locale.gen e gerar as localizações específicas. Estas serão usadas pela glibc e outro programas para renderizar textos "peculiares", mostrar moeda local, data e hora, e outras modificações regionais. Poder trocar a localização é um grande privilégio de usar um sistemaUNIX-like.

Por padrão, /etc/locale.gen é um arquivo em branco, com documentação comentada. Após editado, o arquivo não será marcado com o 'touch' novamente. localee-gen vai rodar em cada upgrade da glibc, gerando os locais especificados no /etc/locale.gen.

Escolha os 'locale(s)' que você precisa (remova o # na frente das linhas que você quer), Ex.:

en_US ISO-8859-1
en_US.UTF-8	
pt_BR.ISO-8859-1
pt_BR.UTF-8
  • Isso deve coincidir com o que você especificou no seu /etc/rc.conf (já discutido acima).

O instalador vai agora rodar o comando locale-gen, que irá gerar as localizações que você escolheu. Para adicionar/modificar no futuro, edite o arquivo /etc/locale.gen e na sequencia, rode 'locale-gen' como root.

Note que, caso você não edite este arquivo, você receberá o erro: "The current locale is invalid...". Este é talvez o problema mais comum dos novos usuários do Arch.

Root password

Finalmente, sete uma senha para 'root'. E tenha certeza de lembrar dela depois!

Pacman-Mirror

Escolha um repositório para o pacman usar.

  • archlinux.org é limitado em 50KB/s

Algumas opções para o Brasil:

Server = http://www.las.ic.unicamp.br/pub/archlinux/$repo/os/i686
Server = ftp://ftp.las.ic.unicamp.br/pub/archlinux/$repo/os/i686
Server = http://archlinux.c3sl.ufpr.br/$repo/os/i686
Server = ftp://archlinux.c3sl.ufpr.br/archlinux/$repo/os/i686


Volte ao menu principal.

(5. Install Bootloader) Instalar Gerenciador de Boot

GNU GRUB é o bootloader recomendado. Você pode escolher também o LILO.

A configuração apresentada, /boot/grub/menu.lst, deve ser suficiente. O que você talvez queira alterar eh a opção vga=<número> (Uma tabela está disponível nesse arquivo).

title  Arch Linux (Main)
root   (hd0,0)
kernel /boot/vmlinuz26 root=/dev/sda1 ro vga=773
initrd /boot/kernel26.img
  • "vga=773" para um framebuffer de 1024x768 com 256 cores.

Instale o GRUB na MBR(Master Boot Record), sda no nosso examplo.

Saia da instalação, ejete o CD e digite:

reboot

Seu novo Arch irá iniciar e vai terminar em um prompt de login. (Talvez você precise voltar a ordem certa no setup da sua placa-mãe, caso você tenha alterado isso)

Parabéns, e bem-vindo ao seu novo e reluzente Arch Linux!

Configuração Básica

Seu Arch é agora um ambiente GNU/Linux totalmente funcional, pronto para customização.

Daqui, você pode montar um sistema com as ferramentas que você quer e precisa, e nada mais.



Vamos começar:

Logue no sistema com a conta de 'root'. Vamos configurar o pacman, atualizar o sistema e depois adicionar um usuário normal.


Configurando a rede (se necessário)

  • Esta seção deve lhe ajudar caso a configuração padrão (DHCP) não funcionar.

Se tudo correr bem, a conexão deve estar funcionando. Para testar, tente ping -c 3 yahoo.com para verificar.

Se estiver funcionando, vá para Atualizar e Sincronizar o sistema com Pacman.

Se não tiver funcionando, podemos concluir que a rede não está configurada corretamente. Vamos checar estes arquivos:

/etc/rc.conf # Veja se as seções HOSTNAME= e NETWORKING estão corretas

/etc/hosts # Cheque se confere com HOSTNAME acima.

/etc/resolv.conf # Se você usa IP estático. Se você usar DHCP, este arquivo será automaticamente criado e destruído.

Mais informações sobre Redes: Redes

Rede Cabeada

Confira suas placas com:

ifconfig

Deve haver 'eth0'. Se necessário, configure seu IP usando o comando:

ifconfig eth0 <ip address> netmask <netmask> up 

E o gateway padrão com:

route add default gw <ip address of the gateway>

Confira também se seus servidores de nomes (DNS) estão definidos em '/etc/resolv.conf'

Se a rede funciona agora (teste com o ping) ajuste seu '/etc/rc.conf' com o IP correto. E retire a exclamação (!gateway) na frente de gateway, (gateway).

Se a rede estava usando IP estático e não funciona, tente DHCP pelo comando:

dhcpcd eth0

Novamente, se funcionar, edite o '/etc/rc.conf':

eth0="dhcp"

E negue o gateway (adicionar !exclamação)

 gateway=(!gateway)

Wireless

Detalhes: Wireless

Analog Modem

To be able to use a Hayes-compatible, external, analog modem, you need to at least have the ppp package installed. Modify the file /etc/ppp/options to suit your needs and according to man pppd. You will need to define a chat script to supply your username and password to the ISP after the initial connection has been established. The manpages for pppd and chat have examples in them that should suffice to get a connection up and running if you're either experienced or stubborn enough. With udev, your serial ports usually are /dev/tts/0 and /dev/tts/1. Tip: Read Dialup without a dialer HOWTO.

Instead of fighting a glorious battle with the plain pppd, you may opt to install wvdial or a similar tool to ease the setup process considerably. In case you're using a so-called WinModem, which is basically a PCI plugin card working as an internal analog modem, you should indulge in the vast information found on the LinModem homepage.

ISDN

Setting up ISDN is done in three steps:

  1. Install and configure hardware
  2. Install and configure the ISDN utilities
  3. Add settings for your ISP

The current Arch stock kernels include the necessary ISDN modules, meaning that you won't need to recompile your kernel unless you're about to use rather odd ISDN hardware. After physically installing your ISDN card in your machine or plugging in your USB ISDN-Box, you can try loading the modules with modprobe. Nearly all passive ISDN PCI cards are handled by the hisax module, which needs two parameters: type and protocol. You must set protocol to '1' if your country uses the 1TR6 standard, '2' if it uses EuroISDN (EDSS1), '3' if you're hooked to a so-called leased-line without D-channel, and '4' for US NI1.

Details on all those settings and how to set them is included in the kernel documentation, more specifically in the isdn subdirectory, and available online. The type parameter depends on your card; a list of all possible types can be found in the README.HiSax kernel documentation. Choose your card and load the module with the appropriate options like this:

modprobe hisax type=18 protocol=2

This will load the hisax module for my ELSA Quickstep 1000PCI, being used in Germany with the EDSS1 protocol. You should find helpful debugging output in your /var/log/everything.log file, in which you should see your card being prepared for action. Please note that you will probably need to load some USB modules before you can work with an external USB ISDN Adapter.

Once you have confirmed that your card works with certain settings, you can add the module options to your /etc/modprobe.d/modprobe.conf:

alias ippp0 hisax
options hisax type=18 protocol=2

Alternatively, you can add only the options line here, and add hisax to your MODULES array in the rc.conf. It's your choice, really, but this example has the advantage that the module will not be loaded until it's really needed.

That being done, you should have working, supported hardware. Now you need the basic utilities to actually use it!

Install the isdn4k-utils package, and read the manpage to isdnctrl; it'll get you started. Further down in the manpage you will find explanations on how to create a configuration file that can be parsed by isdnctrl, as well as some helpful setup examples. Please note that you have to add your SPID to your MSN setting separated by a colon if you use US NI1.

After you have configured your ISDN card with the isdnctrl utility, you should be able to dial into the machine you specified with the PHONE_OUT parameter, but fail the username and password authentication. To make this work add your username and password to /etc/ppp/pap-secrets or /etc/ppp/chap-secrets as if you were configuring a normal analogous PPP link, depending on which protocol your ISP uses for authentication. If in doubt, put your data into both files.

If you set up everything correctly, you should now be able to establish a dial-up connection with

isdnctrl dial ippp0

as root. If you have any problems, remember to check the logfiles!

(A)DSL (PPPoE)

Estas intruções servem caso seu PC necessite estabelecer a conexão com o provedor de Internet. Você só precisa definir um gateway padrão, caso seu modem esteja configurado como router. Ou algum cenário parecido.

Instale o pacote:

rp-pppoe

Para configurar, use o comando:

pppoe-setup


Para conectar:

/etc/rc.d/adsl start

Desconectar:

/etc/rc.d/adsl stop

DICA: Você pode adicionar 'adsl' ao seus DAEMONS.

Atualizar e Sincronizar o sistema com o pacman

O que é o pacman ?

Pacman é o package manager (gerenciador de pacotes) do Arch Linux. Pacman é escrito em C e é rápido, simples e extremamente poderoso. Ele gerencia todo o sistema como pacotes, e os remove, atualiza, instala, resolve dependências automaticamente, procura e lista pacotes locais e remotos e muito mais.

Usaremos o pacman para baixar e instalar pacotes (programas, bibliotecas,..) no nosso sistema, é a ferramenta mais importa na instalação/customização do nosso sistema.

Update Pacman

Inicialmente, você pode ser perguntado sobre atualizar o próprio pacman, dependendo de quão antigo seu CD é.

Para atualizar todo o sistema:

pacman -Syu

Simples.

Ocasionalmente, algum pacote requer alguma configuração manual, leia a saída ou veja os logs.

Configurando o pacman

/etc/pacman.conf

O pacman vai tentar ler /etc/pacman.conf toda vez que invocado. Esse arquivo é dividio em seções, ou repositórios. Cada seção define um repositório de pacotes, com exceção de options que define opções globais.

nano -w /etc/pacman.conf

Exemplo:

[core]
# Add your preferred servers here, they will be used first
#Server = http://mirrors.easynews.com/linux/archlinux/core/os/i686
Include = /etc/pacman.d/mirrorlist
[extra]
# Add your preferred servers here, they will be used first
#Server = http://mirrors.easynews.com/linux/archlinux/extra/os/i686
Include = /etc/pacman.d/mirrorlist
#[unstable]
# Add your preferred servers here, they will be used first
#Server = http://mirrors.easynews.com/linux/archlinux/unstable/os/i686
#Include = /etc/pacman.d/mirrorlist
[community]
# Add your preferred servers here, they will be used first
#Server = http://mirrors.easynews.com/linux/archlinux/community/os/i686
Include = /etc/pacman.d/mirrorlist

Habilite todos os repositórios desejados (remova o # em frente do 'Include =' e '[repository]').

  • Se a linha "Server =" estiver descomentanda, irá forçar o uso daquele servidor. A configuração dos servidores fica em /etc/pacman.d/mirrorlist
  • DICA: Você pode habilitar o [Unstable] sem problemas, os pacotes podem co-existir sem problemas.

'* Note: Quando escolher um repo, descomente ambas: a linha em [colchetes] e a linha 'Include ='.

/etc/pacman.d/mirrorlist

Servidores próximos e rápidos irão com certeza melhorar e performance do pacman, e a sua experiência no Arch.

Sugestões para o Brasil, coloque no começo do seu arquivo /etc/pacman.d/mirrorlist :

Server = http://www.las.ic.unicamp.br/pub/archlinux/$repo/os/i686
Server = ftp://ftp.las.ic.unicamp.br/pub/archlinux/$repo/os/i686
Server = http://archlinux.c3sl.ufpr.br/$repo/os/i686
Server = ftp://archlinux.c3sl.ufpr.br/archlinux/$repo/os/i686

Update System

Atualize, sincronize e dê um upgrade em todo o sistema com:

pacman -Syu

O Pacman vai verificar as ultimas informações sobre pacotes disponíveis e fazer todas as atualizações.

  • Você pode ser perguntado sobre instalar o pacman primeiro, escolha sim, e depois volte a rodar pacman -Syu.
A beleza do 'rolling release'
  • Rolling Release, pode ser traduzido algo como 'Lançamento Constante'.

Lembre-se que o Arch é uma distro rolling release. Isso significa que nunca há razão para reinstalar ou reconstruir o sistema para atualizar para uma nova versão. Simplesmente digitando pacman -Syu deixará seu sistema atualizado com a última versão disponível.

Conheça melhor o pacman

Pacman é o melhor amigo do usuário do Arch. Veja as manpages (man pacman) e mais informações no wiki Pacman.

Adicione um usuário e configure os grupos

Você não deve usar a conta de root, além de nao ser uma boa idéia, é perigoso. Vamos adicionar um usuário ao nosso sistema:

adduser

Nada de errado com as opções padrão, porém, talvez queira adicionar 'storage', 'audio', 'video', 'optical', e 'wheel' como seus grupos adicionais ('additional groups-'), especialmente se você pretende um ambiente gráfico completo para este usuário.

Grupos e usuários são definidos em /etc/group:

  • audio - tarefas que envolvem a placa de som e aplicativos relacionados
  • wheel - para usar sudo
  • storage - para gerenciar mídias
  • video - tarefas que envovem aceleração de hardware 3D
  • optical - para gerenciar CDs e DVDs
  • floppy - para acessar o drive de disquete
  • lp - para gerenciar tarefas de impressão

Veja mais em Grupos.

Você pode adicionar usuários a grupos a qualquer hora, exemplo usando usermod (como root):

usermod -aG audio,video,floppy,lp,optical,network,storage,wheel,dbus,hal USUARIO

Ou com gpasswd

gpasswd -a USUARIO GRUPO

Veja mais com man gpasswd, man usermod.

Parte II: Instalar X e configurar ALSA

Configurar a placa de som e o alsamixer

ALSA é um componente do kernel que pretente substituir o original OSS como provedor de drivers para placas de som. Além dos drivers, ALSA também contém um biblioteca para desenvolvedores que querem usar aplicações de áudio em alto nível, invés de interação direta com os drivers do kernel.

  • udev irá automaticamente vasculhar seu hardware no boot, carregado os drivers de áudio correspondente. Seu som deve funcionar normalmente, porém ele, por padrão, inicia mudo. O pacote alsa-utils contém o 'alsamixer', que nos deixará configurar a placa de som pelo console (ou pelo X, claro).

Instale o pacote alsa-utils:

 pacman -S alsa-utils

Já adicionou seu usuário do grupo 'audio'? Se não agora é uma boa hora. Como root:

gpasswd -a yourusername audio

E como usuário normal:

alsamixer

Tire o 'Master' e 'PCM' do mudo, para isso, use as setas para selecioná-los e pressione M. Aumente o volume com a seta para cima.

Testando o Som

Teste o som como usuário comum usando o 'aplay':

aplay /usr/share/sounds/alsa/Front_Center.wav

Você deve ouvir uma vox eloquente, dizendo: "Front, center." Se tudo der certo, rode (como root):

alsactl store

Isso irá criar o arquivo '/etc/asound.state', salvando as configurações do alsamixer.

Por último, adicione 'alsa' na linha de DAEMONS do seu '/etc/rc.conf'.

nano /etc/rc.conf
DAEMONS=(syslog-ng network crond alsa)

*Note que o daemon 'alsa' meramente recarrega seus níveis de volume. Ele é uma parte separado do alsa (e a API em nível de kernel).

Mais informações: ALSA.

Instalar e configurar o X

O Sistema de Janelas X (chamado de X11, ou simplesmente X) é um protocolo de rede de exibição que provê janelas para bitmaps.

Ele provê as ferramentas padrões, ou primitivos, para criação de interaces gráficas (GUIs) em sistemas UNIX-like, desenhar e mover janelas na tela e interagir com mouse e/ou teclado. X não manda na interface do usuário - individualmente, os clientes manejam isso.

X foi chamado assim por ser precedido por W Window System, desenvolvido originalmente na Universidade de Stanford.


  • Nota: Se você planeja usar um driver de vídeo open-source, e quer aceleração 3D, é recomendado instalar a biblioteca 'libgl' antes de instalar o Xorg:
pacman -S libgl

(Drivers de vídeo proprietários, vêm com suas próprias representações da 'gl'.)


Instale a base do Xorg. É o primeiro passo para isntalar um ambiente gráfico:

pacman -S xorg

Ferramentas 3D tais como glxgears estão no pacote mesa:

pacman -S mesa

Agora que temos os pacotes básicos para rodar o Servidor X, vamo adicionar o drivr correto para nossa placa de vídeo (Ex. xf86-video-<nome>). O jeito mais fácil de configurar o X é instalar os driver corretos primeiro, e usar um script de configuração, como o 'Xorg -configure'.

Para uma lista de todos os drivers de vídeo open-source':

pacman -Ss xf86-video | less

Se você não sabe que placa tem, tente:

lspci | grep VGA

Lista de drivers open source e os respectivos chipsets:

  • xf86-video-apm Alliance ProMotion
  • xf86-video-ark ark video driver
  • xf86-video-ati ATI video driver
  • xf86-video-chips Chips and Technologies video driver
  • xf86-video-cirrus Cirrus Logic video driver
  • xf86-video-dummy dummy video driver
  • xf86-video-fbdev framebuffer video driver
  • xf86-video-glint GLINT/Permedia video driver
  • xf86-video-i128 Number 0 i128 video driver
  • xf86-video-i740 Intel i740 video driver
  • xf86-video-i810 Intel i810/i830/i9xx video drivers (em desuso - use -intel)
  • xf86-video-intel Nova versão do Intel i810/i830/i9xx video drivers
  • xf86-video-imstt Integrated Micro Solutions Twin Turbo vidoe driver
  • xf86-video-mga mga video driver (Matrox Graphics Adapter)
  • xf86-video-neomagic neomagic video driver
  • xf86-video-nv nvidia nv video driver
  • xf86-video-rendition Rendition video driver
  • xf86-video-s3 S3 video driver
  • xf86-video-s3virge S3 Virge video driver
  • xf86-video-savage savage video driver
  • xf86-video-siliconmotion siliconmotion video driver
  • xf86-video-sis SiS video driver
  • xf86-video-sisusb SiS USB video driver
  • xf86-video-tdfx tdfx video driver
  • xf86-video-trident Trident video driver
  • xf86-video-tseng tseng video driver
  • xf86-video-unichrome Unichrome video drivers
  • xf86-video-v4l v4l video driver
  • xf86-video-vesa vesa video driver
  • xf86-video-vga VGA 16 color video driver
  • xf86-video-via via video driver
  • xf86-video-vmware vmware video driver
  • xf86-video-voodoo voodoo video driver
  • Note que o driver vesa é o mais genérico, e deve funcionar em praticamente todos os chipsets de vídeo modernos. Se você não encontrou um driver aproriado, tente o vesa.

Use o pacman parar instalar o driver, exemplo:

pacman -S xf86-video-<nome>
  • Você pode ainda instalar todos os drivers de vídeo, e deixar o 'Xorg -configure' escolher pra você:
pacman -S xorg-video-drivers

Criar um /etc/X11/xorg.conf

Sobre o /etc/X11/xorg.conf

/etc/X11/xorg.conf é o arquivo de configurção principal do Sistema de Janelas X. É um arquivo de texto, divido em seções e sub-seções. Seções podem aparecer em qualquer ordem, e pode haver mais de uma seção para o mesmo tipo, por exemplo, se você usa dois monitores.


Por convenção, você não terá este arquivo no sistema, o fato é que: você não precisa de um caso a auto-configuração funcione.

Most people will still find that they need to generate a config file, however.

Use 'Xorg -configure' para criar um Xorg.conf básico:

Xorg -configure

Isso vai criar um arquivo de configuração em /root/xorg.conf.new

Para testar:

X -config /root/xorg.conf.new

O X deve então iniciar, com gráficos, mouse e teclado funcionando. Use CTRL-Alt-Backspace para sair do X.

Inpecione seu arquivo em caso de erros:

nano /root/xorg.conf.new

Verifique se 'Xorg -configure' especificou corretamente seu driver de vídeo. Ex.:

Section "Device"
Driver  "savage"

Tenha certeza que as especificações de atualização e sinc. do monitor foram criadas. Se não, faça isso:

Section "Monitor"
       Identifier   "Monitor0"
       VendorName   "Monitor Vendor"
       ModelName    "Monitor Model"
       HorizSync     30.0 - 130.0 # Seguro para LCDs
       VertRefresh   50.0 - 100.0 # Seguro para LCDs e a maioria dos CRTs.
EndSection

(Se você não sabe estas informações, consulte o manual do monitor.)

Especifique a profundidade de cor, seção "Screen":

Section "Screen"
       Identifier "Screen0"
       Device     "Card0"
       Monitor    "Monitor0"
       DefaultDepth 24

(Típicamente, isso estará setado em 24, 'true color'.)

Adicione também os modos desejados na sub-seção "Display", abaixo da cor:

 SubSection "Display"
               Viewport   0 0
               Depth     24
               Modes "1024x768" "800x600" "640x480"

Tente agora, depois das mudanças:

X -config /root/xorg.conf.new

Se tudo estiver OK, mova o arquivo para /etc/X11:

mv /root/xorg.conf.new /etc/X11/xorg.conf

Mais informações: Xorg.


Simple baseline X test

Usando drivers gráficos proprietários

Se você prefere os drivers proprietários.

Placas NVIDIA

Os drivers NVIDIA são geralmente considerados de ótima qualidade e oferecem desempenho 3D superior.


Primeiro, identifique o pacote correto para sua placa:

1. nvidia-71xx para placas bem velhas, como as TNT e TNT2

2. nvidia-96xx placas um pouco mais novas, até a GF 4

3. nvidia placas novas, acima da GF 4

Consulte a página da NVIDIA qual driver é o certo para você. A diferença se dá na instalação, a configuração é a mesma pra todos.

Selecionar e instalar o driver apropriado: Ex.:

pacman -S nvidia-???

O pacote NVIDIA, contém um utilitário para gerar/atualizar seu /etc/X11/xorg.conf:

nvidia-xconfig

Há ainda vários opções, por exemplo:

nvidia-xconfig --composite --add-argb-glx-visuals

Para mais informações: man nvidia-xconfig(1).

Algumas outras modificações possíveis (talvez isso não funcione pra você):

       Option          "RenderAccel" "true"
       Option          "NoLogo" "true"
       Option          "AGPFastWrite" "true"
       Option          "EnablePageFlip" "true"

Tenha certeza a linha DRI esta comentada:

#    Load        "dri"


Double check your /etc/X11/xorg.conf to make sure your default depth, horizontal sync, vertical refresh, and resolutions are acceptable.

Atulize a dependências modulares do kernel:

depmod -a

Mais informações: NVIDIA.

Continue em Testando o X

Placas ATI

Donos de ATI tem duas opções para drivers. Se você não tem certeza sobre qual usar, use o drive open-source, ele deve prover suas necessidades, e é menos problemático.

Para instalar o driver proprietário:

pacman -S catalyst

Use aticonfig para modificar seu xorg.conf.

  • NOTA: O driver proprietário nao suporta AIGLX. Para usar Compiz ou Beryl com este driver só com XGL.

Para instalar o driver open-source':

pacman -S xf86-video-ati

Atualmente, a performance do driver open-source driver não é tão boa quanto o proprietário. E também não há TV-out, dual-link DVI e possivelemnte outras opções. Por outro lado, ele suporta Aiglx e tem um suporte a dois monitores melhor.

Mais informações: ATI.

Continue em Testando o X

Testando o X

Nessa algura do campeonato, você deve estar com o X/Xorg instalado, e um driver (instalado) especificado no seu /etc/X11/xorg.conf. Para testar esta config de forma rápida, antes de instalar um sistema gráfico completo, use o xterm:

xterm

Xterm eh um emulador de terminal simples que roda em cima do X Server; ele já é instalado junto com o o Xorg.

~/.xinitrc

Este arquivo será lido pelo 'startx', para iniciar o modo gráfico de modo independente para cada usuário:

su SeuUsuario
nano ~/.xinitrc

adicione:

 exec xterm

Deve parecer com isto:

#!/bin/sh
#
# ~/.xinitrc
#
# Executado por startx (rode seu gerenciador de janelas por aqui)
#
exec xterm
# exec wmaker
# exec startkde
# exec icewm
# exec blackbox
# exec fluxbox

Tenha certeza de ter apenas uma linha descomentada.

Se você não tem este arquivo, simplesmente o crie, ou copie de /etc/skel/:

cp /etc/skel/.xinitrc ~/
  • NOTE: Na falta de um ~/.xinitrc, o arquivo de configuração global, /etc/X11/xinit/xinitrc, será usado. Oque leva a usar TWM.

Para iniciar o X como usuário normal:

 startx

Você deve ver uma sessão do xterm agora. Para sair do X use Ctrl+Alt+Backspace, ou digite "exit". Se houver erros ao iniciar o X, você deve olhar o arquivo de log: /var/log/Xorg.0.log e a saída do console onde você executou startx.

Mais informações: Xorg.

Parte III: Instalar e configurar um Ambiente Gráfico

Enquanto o X provê o básico para uma interface gráfica, um Ambiente trabalha em conjunto com oo X para prover uma interface completa e funcional. Típicamente, fornecem: ícones, aplicativos, barras, fundos de tela, etc. Escolher o melhor ambiente é uma escolha pessoal, todavia, aqui vão algumas dicas:

  • Se você quer algo cheio de coisas e funções, tipo Windows e Mac OSX, tente KDE.
  • Se você quer algo um pouco mais minimalista, vá de GNOME.
  • Continuando a escala rumo ao minimalismo e simplicidade, Xfce é uma boa escolha.

Se você tem uma máquina mais antinga, ou prefere um Ambiente mais leve, você pode optar por um Gerenciador de Janelas, algumas opções:

  • openbox, fluxbox, fvwm2, windowmaker e twm.
  • Algo totalmente diferente, tente ion, wmii ou dwm.

Instalar Fontes

Neste ponto, você pode querer instalar algumas fontes de boa aparência, antes de instalar um ambiente gráfico/gerenciador de janelas. 'Dejavu' e 'bitstream-vera' são belos pacotes de fontes. Instale com:

pacman -S ttf-dejavu ttf-bitstream-vera

Para páginas de Internet, você pode querer ter também fontes Microsoft. Para tanto você precisará instalar o pacote ttf-ms-fonts disponível via AUR

~/.xinitrc (de novo)

Como usuário normal, edite o arquivo /home/username/.xinitrc para utilizar o ambiente gráfico de sua escolha:

nano ~/.xinitrc

Descomente ou adicione a linha 'exec ..' para que seja chamado o ambiente gráfico/gerenciador de janelas. Por exemplo:

exec startxfce4 

(Para o ambiente gráfico Xfce.)

Assegure-se de ter apenas uma linha exec descomentada no arquivo ~/.xinitrc.

Prossiga abaixo, instalando o ambiente gráfico/gerenciador de janelas de sua escolha.

GNOME

Sobre o GNOME

O GNU Network Object Model Environment. Provê duas coisas: O ambiente gráfico GNOME, a plataforma de desenvolvimento GNOME, um framework para contrução de aplicações e suas integrações com o ambiente,

Instalação

Para instalar o ambiente completo:

pacman -S gnome gnome-extra

Selecione todos os pacotes. Se você quiser um sistema mais básico:

pacman -S gnome
DAEMONS úteis para o GNOME

O hal e fam serão instalados junto com o pacote 'gnome'. Mas precisam ser iniciados para funcionar. Para iniciá-los:

/etc/rc.d/hal start
/etc/rc.d/fam start

Talvez você queira instalar um gerenciador de login gráfico. Para o GNOME por exemplo, gdm é uma boa:

pacman -S gdm


Os adicione no seu '/etc/rc.conf' na seção DAEMONS, assim eles serão carregados ao ligar o PC.

nano /etc/rc.conf
DAEMONS=(syslog-ng network crond alsa hal fam gdm)

Se você prefere logar em modo texto, dispense o gdm, e como usuário normal apenas digite:

startx

Você deve querer instalar um terminal e um editor. Eu recomendaria gnome-terminal (parte do grupo gnome-extra) e geany:

pacman -S geany gnome-terminal

Mais informações sobre GNOME: Gnome.

Eye Candy

Existem muitos temas e ícones bonitos, caso os padrões não lhe agradem. Um tema bacana é o murrine, para instalar:

pacman -S gtk-engine-murrine

e o selecione em Sistema->Preferências->Tema. Você pode encontrar temas e papéis de parede em Gnome Look.


Parabéns! Bem vindo ao seu novo ambiente GNOME, algumas páginas interessantes:

Ajustes/Toque final, Dicas pós-instalação

KDE

Sobre o KDE

The K Desktop Environment (Ambiente gráfico K). É um poderoso ambiente gaáfico para máquinas GNU/Linux e UNIX. Ele combina facilidade de uso, funcionalidade conteporâneas, e um bonito design gráfico.

Instalação

Arch oferece algumas versões distintas do KDE: kde, kdebase, and KDEmod. Para o KDE original (~300Mb):

pacman -S kde
KDEbase

Versão light, com menos aplicações (~80Mb):

pacman -S kdebase
KDEMod

Confira mais aqui: KDEmod

DAEMONS úteis para o KDE

KDE usa ohal e fam. kdm é o daemon para login gráfico, opcional. O hal e fam são instalados junto com o KDE, porém não são iniciados. Para fazê-lo:

/etc/rc.d/hal start
/etc/rc.d/fam start
  • NOTE: The hal daemon relies on, and will automatically start, the dbus daemon.

Edite a seção DAEMONS em /etc/rc.conf e adicione hal e fam' (kdm opcional):

nano /etc/rc.conf 
DAEMONS=(syslog-ng network crond alsa hal fam kdm)
  • Este método irá iniciar o sistema em runlevel 3 (/etc/inittab default, multiuser mode), e iniciar o kdm como daemon. Todavia, alguns usuários preferem um método alternativo, utilizando o '/etc/inittab' para iniciar o sistema em runlevel 5.

Veja mais: Adicionando um login gráfico (KDM, GDM ou XDM) no boot do sistema.

  • Se você prefere logar pelo console, em runlevel 3, e iniciar o X manualmente, na tradição Slackware, deixe de lado o kdm.

Agora tente iniciar o Servidor X como usuário normal:

startx

Mais infomações: KDE.

Xfce

Sobre o Xfce

O Ambiente livre de colesterol. Xfce é um ambiente como GNOME ou KDE, mas foca em ser rápido e leve, mas sem deixar de ser visualmente agradável. Ele contém uma suíte de aplicativos como painéis, gerenciador de arquivos, gerenciador de janelas. Xfce tem um ciclo de desenvolvimento mais lento, sendo extremamente estável e leve, excelente para máquinas mais antigas.

Instalação

Instale o ambiente xfce com temas e extras:

pacman -S xfce4 xfce4-goodies 

Se você usa kdm ou gdm uma sessão xfce deve ter aparecido. Alternativamente, você pode usar:

startxfce4

Instruções avançadas de instalação e configuração podem ser encontradas no artigo do [1] (em inglês).


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Ajustes/Toque final, Dicas pós-instalação

*box

Fluxbox

Fluxbox© é um gerenciador de janelas para o X. É baseado no código do Blackbox 0.61.1. Fluxbox parece com o blackbox e maneja estilos, cores e janelas como o blackbox (Temas e estilos são intercompatíveis).

Instale o fluxbox:

pacman -S fluxbox fluxconf

Se você usa o gdm/kdm/xdm, uma nova sessão deve aparecer. Caso isso não ocorra, modifique o .xinitrc do seu usuário, adicione isto:

exec startfluxbox 

Mais informações: Fluxbox.

Openbox

Openbox é um gerenciador de janelas padronizado, rápido, leve e expansível.

Openbox trabalha para sua aplicações, fazendo seu Desktop mais simples de mexer. Isso se deve ao desenvolvimento ter se dado primeiranente em padronização e funcionalidade e depois, visual.

Openbox é funcional por si próprio, mas pode ser usado como substituto ao gerenciador de janelas do Gnome ou KDE.

Instale openbox usando:

pacman -S openbox obconf obmenu

Após instalado, você receberá uma mensagem sobre mover menu.xml & rc.xml para ~/.config/openbox/ no seu diretório 'home':

mkdir -p ~/.config/openbox/
cp /etc/xdg/openbox/rc.xml ~/.config/openbox/
cp /etc/xdg/openbox/menu.xml ~/.config/openbox/

No arquivo "rc.xml" você pode modificar várias opções (ou use o OBconf). No "menu.xml" você pode modificar seu menu do botão direito do mouse.

Para entrar no seu openbox, use um modo gráfico (KDM/GDM) ou edite seu ~/.xinitrc (como usuário normal) e adicione:

exec openbox

Agora para iniciar:

startx

Alguns programas úteis para o openbox:

  • PyPanel ou LXpanel se você quer um painél
  • 'feh' para modificar papel de parede
  • 'ROX' para um gerenciado de arquivos simples, e ícones no Desktop

Mais informações: Openbox.

fvwm2

FVWM é um poderoso ambiente gráfico com múltiplos desktops virtuais. Desenvolvimento é constante e o suporte, excelente.

Instale o fvwm2:

pacman -S fvwm 

fvwm será automaticamente listado nas sessões do kdm/gdm. Para logar em modo texto, adicione:

exec fvwm 

no ~/.xinitrc do seu usuário.

Note que a versão estável nos repositórios tem alguns anos de idade. Para um versão moderna, use o pacote fvwm-devel no repo 'unstable'.

Ajustes/Toque final

HAL

Agora que você tem um ambiente gráfico instalado, e caso não o tenha feito ainda, vamos instalar o HAL. Com o HAL, seu telefone, mp3, HD`s externos, dispositivos plug-and-play, serão automaticamente montados no seu Desktop ou 'Meu Computador'.

KDE, GNOME e XFCE usam HAL.

O procedimento de instalação está descrito em HAL. Algumas informações podem ser encontradas em Wikipedia.

Carregar DAEMONS em segundo plano

Para carregar os daemons não linearmente e em segundo plano, adicione uma arroba ('@'), assim:

DAEMONS=(@syslog-ng @network crond @alsa @hal @fam @kdm)


Se você não quer que um daemon seja carregado, adicione exclamação (!), assim:

DAEMONS=(@syslog-ng @network !crond @alsa @hal @fam @kdm)

Claro que você pode simplesmente apagá-lo.

Melhorando as Fontes em LCD's

Fonts

Ajustar a rodinha do mouse

Se a roda do mouse não funciona, adicione na sua seção (mouse0):

       Option      "ZAxisMapping" "4 5 6 7"

Configurar todos os botões

Todos os botões do mouse

Ajustar o Layout do Teclado

Edite /etc/X11/xorg.conf e adicione estas linhas na seção 'Input'(keyboard0). No exemplo, um teclado ABNT2.

       Option          "XkbLayout"     "br"
       Option          "XkbVariant"    "abnt2"

Ajustes para laptops

ACPI é necessário para as funções especiasi (sleep, sensores da tampa, teclas especiais...), instale o acpid:

pacman -S acpid

e o adicione no seu /etc/rc.conf (acpid).

Para iniciar manualmente:

/etc/rc.d/acpid start


Sobre Laptos: Categorira:Laptops

Configurar frequência da CPU

Processadores modernos podem diminuir sua frequencia e voltagem a fim de consumir menos recursos, gerar menos calor e fazer menos ruido. Usuários de laptops vão com certeza querer isto, mas mesmo sistemas de mesa podem usufruir. Instale cpufrequtils :

pacman -S cpufrequtils

e adicione (cpufreq) nos seus daemons em /etc/rc.conf. Edite o arquivo /etc/conf.d/cpufreq e modifique:

governor="conservative"

isso deve aumentar a frequencia quando necessário (laptops e desktops). Altere min_freq e max_freq de acordo com as especificações da sua CPU. Se você não sabe, rode cpufreq-info depois de carregar algum dos módulos de frequencia. Você pode também comentar estas linhas, que deve funcionar. Adicione o módulo no seu rc.conf: A maioria dos notebooks e desktops podem simplesmente usar o acpi-cpufreq, no entanto, alguma outrs opções existem: p4-clockmod, powernow-k6, powernow-k7, powernow-k8, and speedstep-centrino. Carregue manualmente com:

modprobe <nomedomodulo> 

e para iniciar o cpufreq:

/etc/rc.d/cpufreq start

Para mais detalhes, Cpufrequtils

Aplicações úteis

Esse seção nunca estará completa. É apenas uma amostra de algumas aplicações para o dia a dia.

Usuários KDE NOTEM: Já que o KDE reside em /opt, você provavelmente terá que sair e entrar após a primeira instalação, para que as aplicações enxerguem o $PATH corretamente.

Internet

Firefox

Ffox está presente no Arch, mas sob outro nome 'Bon Echo'. Para instalar:

pacman -S firefox

Para um experiência mais completa, instale os plugins:

pacman -S flashplugin mplayer mplayer-plugin codecs
  • codecs contém quicktime e realplayer

Para os novatos em Linux. A opção flashplugin retornará um erro se usada numa instalação x86_64 do Archlinux. Vai saber porquê a Adobe ainda não criou um plugin para o flash em 64 bits!!!

Há ainda o Opera:

pacman -S opera

Para email você pode optar pelo thunderbird, Kmail e Konqueror no KDE, Epyphany e Evolution no GNOME.

Se você não quer/usa um ambiente gráfico. Pode optar pelo elinks, links ou lynx. E usar o mutt para email.

Para messengers, há pidgin, emesene, jabber, PSI...

Escritório

OpenOffice é uma suíte completa (similar ao Microsoft Office).

Abiword é uma outra, mais leve, alternativa para processador de texto, e Gnumeric uma alternativa para o Excel, no GNOME.

KOffice é uma suíte completa para o KDE.

GIMP (ou GIMPShop) é um pixel-editor (similar ao Adobe Photoshop), e o Inkscape é um editor vetorial (Adobe Illustrator). E, é claro, Arch vem com toda a família LaTeX: tetex é popular e ainda funciona, o seu sucessor Texlive esta disponível no AUR.

Multimídia

Players de Vídeo

VLC

Ótimo player de vídeo para linux, instale com:

pacman -S vlc

(TODO) Instructions for VLC mozilla plug-in

Mplayer

Outro bom player:

pacman -S mplayer

Inclui um plugin para Mozilla, que exibe vídeos em páginas web. Para instalar:

pacman -S mplayer-plugin

Para o KDE, KMplayer é a melhor opção. Ele já vem com um plugin para o Konqueror

pacman -S kmplayer

(TODO) GMPlayer instructions

Xine

Xine é um bom player para DVD's.

pacman -S xine-ui libdvdread

Para DVDs encriptados:

pacman -S libdvdcss

GNOME

Totem

Totem é o player oficial do GNOME, baseado na xine-lib ou GStreamer (padrão instalado pelo pacman).

Contém uma playlist, um modo de tela cheia, opções de procura, de controle de volume e de navegação pelo teclado. Contém, adicionalmente, facilidades tais como:

  • Miniaturas de vídeo nos gerenciadores de arquivos;
  • Aba de propriedades do Nautilus;
  • Epiphany / Mozilla (Firefox) plugin; e
  • Utilitários para Webcam (em desenvolvimento).

Totem-xine é a melhor opção para DVDs.

Totem é parte do grupo gnome-extra, mas o plugin não.

Para instalar separadamente:

pacman -S totem

Para instalar o plugin pro navegador:

pacman -S totem-plugin

KDE

Kaffeine

Kaffeine é uma boa opção para quem usa KDE. Para instalar:

pacman -S kaffeine

Audio Player

Gnome/Xfce

Exaile

Exaile is a music player written in Python that makes use of the GTK+ toolkit. It tries to be close to the popular Amarok, but in GTK. It is in [community], so install with:

pacman -S exaile
Rhythmbox

Rhythmbox is an integrated music management application, originally inspired by Apple's iTunes. It is free software, designed to work well under the GNOME Desktop, and based on the powerful GStreamer media framework.

Rhythmbox has a number of features, including:

  • Easy-to-use music browser
  • Searching and sorting
  • Comprehensive audio format support through GStreamer
  • Internet radio support
  • Playlists

To install rhythmbox:

pacman -S rhythmbox
Quod Libet

Quod Libet is a music manager that uses the GStreamer media framework to play audio files. This allows it to play all the file-types that Rhythmbox (which uses GStreamer too) can play. Quod Libet is more suited to non-Gnome desktops since it has a smaller footprint and fewer dependencies than Rhythmbox (Rhythmbox depends on nautilus, which requires a lot of GNOME to be installed).

In addition to the music player/manager, Quod Libet also includes Ex Falso, a tag editor.

Quod Libet's features include:

  • Easy-to-use music browser
  • Searching
  • Comprehensive audio format support through GStreamer
  • Easy Playlist management

To install Quod Libet:

pacman -S quodlibet

Other good audio players are Banshee and Listen. See Gnomefiles to compare them.

KDE

Amarok

Amarok is one of the best audio players and music library systems available for KDE. To install it, simply type the code below.

pacman -S amarok-base

Console

Moc is a ncurses-based audio player for the console; another good choice is mpd.

Another excellent choice is cmus.

Other X-based

(TODO) Xmms, audacious, bmpx.

Codecs e outros conteúdos multimídia (só i686)

DVD

Você pode usar o xine-ui, VLC, totem-xine, mplayer ou kaffeine (dentre outros) para ver DVDs. Talvez você tenha que instalar a 'libdvdcss'.

Flash

Para instalar o Flash Player:

pacman -S flashplugin

Quicktime

Os codecs Quicktime estão no pacote 'codecs':

pacman -S codecs

Realplayer

Para Realplayer9

pacman -S codecs

Para Realplayer10 Pelo AUR, em [2].

Queimar CDs and DVDs

GNOME

Brasero

Brasero é uma gravador para o GNOME. Desenhado pra ser prático, Brasero irá gravar seus discos com rapidez e facilidade. Para instalar:

pacman -S brasero

KDE

K3b

K3b (from KDE Burn Baby Burn) is a free software CD and DVD authoring application for GNU/Linux and other UNIX-like operating systems designed for KDE. As is the case with most KDE applications, K3b is written in the C++ programming language and uses the Qt GUI toolkit. K3b provides a graphical user interface to perform most CD/DVD burning tasks like creating an Audio CD from a set of audio files or copying a CD/DVD, as well as more advanced tasks such as burning eMoviX CD/DVDs. It can also perform direct disc-to-disc copies. The program has many default settings which can be customized by more experienced users. The actual disc recording in K3b is done by the command line utilities cdrecord or wodim, cdrdao, and growisofs. As of version 1.0, K3b features a built-in DVD ripper.- licensed under the GPL.

K3b was voted LinuxQuestions.org's Multimedia Utility of the Year (2006) by the majority (70%) of voters.


To install:

pacman -S k3b
(Todo) cdrecord, graveman...

A maioria dos programas é uma inteface pro cdrecord:

pacman -S cdrkit

If you install packages for CD/DVD burning applications like Brasero or K3B it also installs the CD/DVD burning library for it, like libburn or cdrkit.

Uma boa ferramenta para a linha de comando eh o 'growisofs':

pacman -S dvd+rw-tools

TV-Cards

There are several things to do if you want to watch TV under (Arch) Linux. The most important task is to find out which chip your tuner is using. However, quite a lot are supported. Be sure to check at a Hardware Database to be sure (see this list, for example). Once you know your Model, there are just a few steps ahead to get you going.

In most cases, you will need to use the bttv-drivers (other drivers exist, like V4L) together with the I2C-modules. Configuring those is the hardest task. If you are lucky, a

modprobe bttv

will autodetect the card (check dmesg for results). In that case, you need only to install an application to watch TV. We will look at that later, though. If the autodetection did not work, you will need to check the file CARDLIST, which is included in the tarball of bttv to find out the right parameters for your card. A PV951 without radio support would need this line:

modprobe bttv card=42 radio=0

Some cards need the following line to produce sound:

modprobe tvaudio

However, that varies. So just try it out. Some other cards demand the following line:

modprobe tuner

This is subject to trial-and-error, too.

TODO: clarify the installation-procedure

To actually watch TV, install the xawtv-package with

pacman -S xawtv 

and read its manpage.

TODO: clarify some possible problems and procedures. Introduction to XAWTV on another page?

Câmeras Digitais

A maioria da câmeras atuais são reconhecidas como dispositivos de armazenagem, oque significa que é só conectar o cabo USB e acessar os arquivos. Algumas câmeras antigas usam o protocolo PTP (Picture Transfer Protocol) que requer um driver especial.

O gPhoto2 contém este driver, e permite até cópia dos arquivos pelo terminal. digikam (pro KDE) e gthumb (pro GNOME, gtkam é outra opção) usam este driver, e oferecem uma interface gráfica bacana.

Pendrives / Hard Disks

São suportados sem qualquer problema como dispositivos de armazenagem em massa. Aparecerão como um novo dispositivo SCSI (/dev/sdX). Se você usa KDE ou GNOME, não esqueça de adcionar dbus e hal no seus DAEMONS (/etc/rc.conf). Assim seus dispostivos serão automaticamente montados. Se você usa outro Ambiente Gráfico, experimente o 'ivman'.

Manutenção do sistema

Pacman

Pacman é um gerenciador de pacotes binários, que vai atualizar, instalar e fazer upgrades no seu sistema de modo simples e claro. Ele resolve dependências, e vem com ferramentas simples para fazer seus próprios pacotes, se necessârio.

Mais informações: Pacman. Veja também: ABS.

Comandos úteis

Para sincronizar a atualizar e sincronizar o banco de dados de pacotes local com os remotos, e é uma boa idéia fazê-lo sempre antes de um 'upgrade':

pacman -Sy

Para fazer um upgrade de todos os pacotes:

pacman -Su

Para sincronizar, atualizar e dar um upgrade ao mesmo tempo:

pacman -Syu

Para instalar ou atualizar um pacote (incluindo dependências):

pacman -S pacoteA pacoteB

Para remover um simples pacote, deixando suas dependências instaladas:

pacman -R pacote

Para remover um pacote e suas dependências não usadas:

pacman -Rs pacote

Para remover um pacote, suas dependências não usadas e arquivos de configuração:

pacman -Rsn pacote

Para procurar os pacotes uma palavra-chave:

pacman -Ss palavra

Para listar todos os pacotes no seu sistema:

pacman -Q

Para saber mais sobre um pacote local:

pacman -Q package 

Para informações sobre o pacote:

pacman -Qi package

Para desfragmentar a base do pacman e otimizar por velocidade:

pacman-optimize

Para saber o número de pacotes atualmente no sistema:

pacman -Q | wc -l

Para instalar um pacote compilado via ABS/makepkg:

pacman -U pacote.pkg.tar.gz

Nota: O Pacman pode fazer muito mais, veja em pacman e as manpages.

Mais informações

Para mais info e suporte, você pode consultar:

FAQs

See Arch FAQs for newbies

There is also an Arch forum thread devoted to beginners.

Terminologia

For more information on the jargon used in Arch, look at this article.

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