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Se {{ic|journalctl -u foounit}} não mostra nenhuma saída para um serviço de curta duração, veja o PID em vez disso. Por exemplo, se {{ic|systemd-modules-load.service}} falha, e {{ic|systemctl status systemd-modules-load}} mostra que executou com PID 123, então você talvez possa ver uma saída no journal por esse PID, ou seja, {{ic|journalctl -b _PID=123}}. Campos de metadados para o journal como _SYSTEMD_UNIT e _COMM são coletados de forma assíncrona e invocam o diretório {{ic|/proc}} para o processo existente. A solução deste problema requer fixar o kernel para fornecer esses dados através de uma conexão de soquete, semelhante ao SCM_CREDENTIALS.
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Se {{ic|journalctl -u foounit}} não mostra nenhuma saída para um serviço de curta duração, veja o PID em vez disso. Por exemplo, se {{ic|systemd-modules-load.service}} falha, e {{ic|systemctl status systemd-modules-load}} mostra que executou com PID 123, então você talvez possa ver uma saída no journal por esse PID, ou seja, {{ic|journalctl -b _PID=123}}. Campos de metadados para o journal como _SYSTEMD_UNIT e _COMM são coletados de forma assíncrona e invocam o diretório {{ic|/proc}} para o processo existente. A solução deste problema requer fixar o kernel para fornecer esses dados através de uma conexão de socket, semelhante ao SCM_CREDENTIALS.
  
 
=== Diagnosticar problemas de inicialização ===
 
=== Diagnosticar problemas de inicialização ===

Revision as of 02:39, 10 August 2013

Sumário help replacing me
Aborda como instalar e configurar o systemd.
Relacionados
systemd/User
systemd/Services
systemd FAQ
init Rosetta
Daemons List
udev
Improve Boot Performance

De project web page:

Systemd é um sistema e gerenciador de serviços para Linux, compatível com os scripts de inicializações SysV e LS. Systemd fornece recursos de paralelização agressivos, usa socket e ativação D-Bus para iniciar seviços, oferece o incicio de daemons on-demand, mantém o registro de processos usando Linux control groups, suporte snapshotting e restauração do estado do sistema, preserva pontos de montagens e automontagens e implementa uma lógica de controle elaborado transacional baseada em dependência de serviço.
Nota: Para uma explicação detalhada do porquê Arch mudou-se para systemd, consulte esta mensagem do fórum internacional.

Migração de SysVinit/initscripts

Nota:

Considerações antes de mudar

  • Faça algumas leituras sobre systemd.
  • Note que systemd tem um sistema journal que substitue syslog, embora os dois podem co-existir. Consulte #Journal.
  • Embora o systemd possa subtituir algumas das funcionabilidades do cron, acpid, ou xinetd, não há necessidade de deixar de usar os daemons tradicionais, a menos que você queira.
  • Interativo initscripts não está trabalhando com systemd. Em particular, netcfg-menu não pode ser usado no sistema de inicialização (FS#31377).

Procedimento de instalação

  1. Instalar systemd do official repositories.
  2. Acrescente o seguinte ao seu kernel parameters: init=/usr/lib/systemd/systemd.
  3. Uma vez concluído, você pode permitir que todos os serviços desejados, através do uso systemctl enable service_name (isso equivale o que você inclue na array DAEMONS. Novos nomes podem ser encontrados em Daemons List).
  4. Reinicie seu sistema e verifique se systemd está atualmente ativo emitindo o seguinte comando: cat /proc/1/comm. Isso deve retornar a string systemd.
  5. Verifique se o seu hostname está configurado corretamente com systemd: hostnamectl set-hostname myhostname ou /etc/hostname.
  6. Proceda para remover initscripts e sysvinit de seu sistema e instale systemd-sysvcompat.
  7. Opcionalmente, remova o parâmetro init=/usr/lib/systemd/systemd. Não é mais necessário desde que systemd-sysvcompat fornece um symlink para systemd's.

Informações complementares

  • Se você tem quiet em seu parâmetro kernel, você talvez queira removê-lo em seus primeiros boots com systemd, para auxiliar na identificação de eventuais problemas durante a inicialização.
  • Não é necessário adicionar o usuário ao grupos (sys, disk, lp, network, video, audio, optical, storage, scanner, power, etc.) para a maioria dos casos de uso com systemd. Os grupos podem até causar algumas quebras de funcionalidades. Por exemplo, o grupo audio vai quebrar a troca rápida de usuário e permite que os aplicativos bloqueiem programas. Cada registro PAM fornece uma sessão de logind, no qual para uma sessão local lhe dará permissões via POSIX ACLs em dispositivos audio/video, e permite certas operações como montagem de armazenamento removível via udisks.

Uso básico systemctl

O principal comando usado para introspecção e controle systemd é systemctl. Alguns de seus usos são examinando o estado do sistema e gerenciando do sistema e serviços. Consulte man 1 systemctl para mais detalhes.

Tip: Você pode usar todos os seguintes comandos systemctl com o -H user@host altera para controlar uma instância systemd em uma máqiona remota. Isto irá usar SSH para conectar-se uma instância remota systemd.
Nota: systemadm é a interface gráfica oficial para systemctl. é fornecido pelo pacote systemd-ui-gitAUR do AUR.

Analisando o estado do sistema

Lista units executadas:

$ systemctl

ou:

$ systemctl list-units

Lista units que falharam::

$ systemctl --failed

Os arquivos units disponíveis podem ser vistos em /usr/lib/systemd/system/ e /etc/systemd/system/ (este último tem precedência). Você pode ver uma lista dos arquivos units instalados com:

$ systemctl list-unit-files

Usando units

As units podem ser, por exemplo, serviços (.service), pontos de montagem (.mount), dispositivos (.device) ou sockets (.socket).

Quando usa systemctl, você geralmente tem que especificar o nome completo do arquivo unit, incluindo o sufixo, por exemplo sshd.socket. No entanto, existem algumas formas curtas de especificar a unit nos seguintes comandos systemctl:

  • Se você não especificar o sufixo, systemctl irá assumir .service. Por exemplo, netcfg e netcfg.service são equivalentes.
  • Os pontos de montagem serão automaticamente convertidos para a unit .mount adequada. Por exemplo, especificando /home equivale a home.mount.
  • Similar aos pontos de montagem, dispositivos são automaticamente convertido para a unit .device adequada, portanto, especificando /dev/sda2 equivale a dev-sda2.device.

Consulte man systemd.unit para detalhes.


Ativa uma unit imediatamente:

# systemctl start unit

Desativa uma unit imediatamente:

# systemctl stop unit

Reinicia uma unit:

# systemctl restart unit

Peça uma unit para recarregar sua configuração:

# systemctl reload unit

Mostra o estado de uma unit, inclusive se estiver em execução ou não:

$ systemctl status unit

Verifica se a unit já está habilitada ou não:

$ systemctl is-enabled unit

Habilita uma unit para ser iniciada na inicialização:

# systemctl enable unit
Note: Serviços sem uma seção [Install] são geralmente chamados por outros serviços automaticamente. Se você precisa instalá-los manualmente, use o seguinte comando, substituindo foo com o nome do serviço.
# ln -s /usr/lib/systemd/system/foo.service /etc/systemd/system/graphical.target.wants/

Desativa uma unit para não iniciar durante a inicialização:

# systemctl disable unit

Mostra a página de manual associado a uma unit (tem que ser suportado pelo arquivo da unit):

$ systemctl help unit

Recarrega o systemd, scaneando por units novas e modificadas:

# systemctl daemon-reload

O gerenciamento de energia

polkit é necessário para o gerenciamento de energia. Se você está numa sessão de usuário local systemd-logind e nenhuma outra sessão está ativa, os seguintes comandos funcionarão sem privilégios root. Se não (por exemplo, porque outro usuário está conectado em um tty), systemd irá automaticamente pedir a senha de root.

Desliga e reinicia o sistema:

$ systemctl reboot

Desliga e desliga o sistema:

$ systemctl poweroff

Suspende o sistema:

$ systemctl suspend

Coloca o sistema em modo de hibernação:

$ systemctl hibernate

Coloca o sistema no modo de suspensão :

$ systemctl hybrid-sleep

Executando Gerenciadores de Display no systemd

Merge-arrows-2.pngThis article or section is a candidate for merging with Display Manager.Merge-arrows-2.png

Notes: Temos artigo separado, esta seção deve ser mudado para lá para manter as coisas em um só lugar. (Discuss in Talk:Systemd (Português)#)

Para habilitar a autenticação gráfica, execute o seu daemon de Display Manager preferido (ex. KDM). No momento, existem arquivos de serviço para GDM, KDM, SLiM, XDM, LXDM, LightDM, e SDDMAUR.

# systemctl enable kdm

Isso deve funcionar. Se não, você pode ter que definir o default.target manualmente ou de uma velha instalação:

# ls -l /etc/systemd/system/default.target
/etc/systemd/system/default.target -> /usr/lib/systemd/system/graphical.target

Basta apagar o link simbólico e systemd usará seu default.target (ex. graphical.target).

# rm /etc/systemd/system/default.target

Usando systemd-logind

A fim de verificar o estado de sua sessão de usuário, você pode usar loginctl. Todas ações PolicyKit como suspender o sistema ou montar unidades externas irão funcionar.

$ loginctl show-session $XDG_SESSION_ID

Configuração nativa

Nota: Você talvez precise criar esses arquivos. Todos os arquivos devem ter permissões 644 e propriedade root:root.

Console virtual

Tango-edit-cut.pngThis section is being considered for removal.Tango-edit-cut.png

Reason: Não estritamente relacionados, tentando remover a seção #Native configuration inteiramente. (Discuss in Talk:Systemd (Português)#Duplication of content in Native configuration section)

O console virtual (mapeamento de teclado, fonte do console e mapa do console) é configurado em /etc/vconsole.conf ou utilizando a ferramenta localectl.

Para mais informação, consulte fontes do console e keymaps.

Relógio do hardware

Merge-arrows-2.pngThis article or section is a candidate for merging with Time.Merge-arrows-2.png

Notes: Esta seção foi adicionada antes do systemd tornar-se o sistema de inicialização padrão. Removida após a fusão. (Discuss in Talk:Systemd (Português)#Duplication of content in Native configuration section)

systemd usará UTC para o relógio do hardware por padrão.

Tip: É aconselhável ter Network Time Protocol daemon correndo para manter a hora do sistema sincronizado com a hora da Internet e o relógio do hardware.

Relógio do hardware em localtime

Se quiser alterar o relógio de hardware para usar horário local (não recomendado) fazer:

# timedatectl set-local-rtc true

Se quiser reverter para o relógio do hardware estando em UTC, faça:

# timedatectl set-local-rtc false

Esteja avisado que, se o relógio do hardware está definido para localtime, lidar com o horário de verão é uma confusão(there is a lot more to it).

Uma razão para permitir que o RTC esteja em hora local é permitir dual boot com o Windowss (which uses localtime). No entanto, o Windows é capaz de lidar com a RTC inicando em UTC, com um simples registry fix.

Para mais informação, consulte Time.

Módulos do kernel

Tango-edit-cut.pngThis section is being considered for removal.Tango-edit-cut.png

Reason: Não estritamente relacionados, tentando remover a seçãoe #Native configuration inteiramente. (Discuss in Talk:Systemd (Português)#Duplication of content in Native configuration section)

Consulte Kernel modules#Configuration.

Montagens de sistemas de arquivos

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Notes: Esta seção foi adicionada antes do systemd tornar-se o sistema de inicialização padrão. Removida após a fusão. (Discuss in Talk:Systemd (Português)#Duplication of content in Native configuration section)

A configuração padrão será automaticamente fsck e montará sistemas de arquivos antes de iniciar os serviços que eles precisam para serem montados. Por exemplo, systemd automaticamente garante que monta sistemas de arquivos remotos como NFS ou Samba são somente iniciados depois que a rede for configurada. Portanto, montagens de sistema de arquivos local e remoto especificados em /etc/fstab} devem funcionar.

Consulte man 5 systemd.mount por detalhes.

Automontagem

Merge-arrows-2.pngThis article or section is a candidate for merging with fstab.Merge-arrows-2.png

Notes: Esta seção foi adicionada antes do systemd tornar-se o sistema de inicialização padrão. Removida após a fusão. (Discuss in Talk:Systemd (Português)#Duplication of content in Native configuration section)

Se você tem uma partição /home grande, talvez seja melhor permitir que os serviços que não dependem da /home para iniciar enquanto /home é verificada pelo fsck. Isto pode ser feito adicionando as seguintes opções em /etc/fstab na entrada de ssua partição /home:

noauto,x-systemd.automount

Isso irá fsck e montar /home quando for acessada pela primeira vez, e o kernel irá reter todos os acessos de arquivo para /home até que está pronto.

Note: Isso vai fazer seu sistema de arquivo /home tipo autofs, seja ignorado pelo mlocate por padrão. A aceleração de automontagem /home pode não ser mais do que um ou dois segundos, dependendo do seu sistema, de modo que este truque pode não valer a pena.

O mesmo se aplica para montagens de sistemas de arquivos remotos. Se você quer que eles sejam montados apenas no acesso, você vai precisar usar o parâmetro noauto,x-systemd.automount. Além disso, você pode usar a opção x-systemd.device-timeout=# para especificar um limite no caso do recurso de rede não estiver disponível.

Se você tem sistemas de arquivos criptografados com arquivo chaves, também pode adicionar o parâmetro noauto para as entradas correspondentes em /etc/crypttab. systemd então não vai abrir o dispositivo criptografado no boot, mas espera até que ele seja realmente acessado e então automaticamente o abre com o arquivo chave especificado antes de montá-lo. Isso pode economizar alguns segundos na inicialização, se você estiver usando um dispositivo RAID criptografado por exemplo, porque o systemd não tem que esperar para o dispositivo se tornar disponível. Por exemplo:

/etc/crypttab
data /dev/md0 /root/key noauto

LVM

Merge-arrows-2.pngThis article or section is a candidate for merging with LVM.Merge-arrows-2.png

Notes: Esta seção foi adicionada aqui antes do systemd tornar-se o sistema de inicialização padrão. Removida após a fusão. (Discuss in Talk:Systemd (Português)#Duplication of content in Native configuration section)

Se você não tiver volumes LVM ativados via o initramfs, enable o serviço lvm-monitoring, que é fornecido pelo pacote lvm2.

Gerenciamento de energia ACPI

Tango-edit-cut.pngThis section is being considered for removal.Tango-edit-cut.png

Reason: Não estritamente relacionados, tentando remover a seção #Native configuration inteiramente. (Discuss in Talk:Systemd (Português)#Duplication of content in Native configuration section)

Consulte Power Management.

Arquivos temporários

Template:Moveto

systemd-tmpfiles usa arquivos de configuração em /usr/lib/tmpfiles.d/ e /etc/tmpfiles.d/ para descrever a criação, limpeza e remoção de arquivos e diretórios voláteis e temporários que normalmente residem em diretórios como /run ou /tmp. Cada arquivo de configuração é chamado no estilo /etc/tmpfiles.d/program.conf. Isso também irá substituir todos os arquivos em /usr/lib/tmpfiles.d/ com o mesmo nome.

tmpfiles normalmente são fornecidos em conjunto com arquivos de serviços para criar diretórios que deverão existir por certas daemons. Por exemplo o daemon Samba espera que o diretório /run/samba exista e tenha as permissões corretas. Assim, o pacote samba vem com esta configuração:

/usr/lib/tmpfiles.d/samba.conf
D /run/samba 0755 root root

tmpfiles também pode ser usado para escrever os valores em determinados arquivos na inicialização. Por exemplo, se você usa /etc/rc.local para desativar ativação de dispositivos USB com echo USBE > /proc/acpi/wakeup, você pode usar o seguinte tmpfile:

/etc/tmpfiles.d/disable-usb-wake.conf
w /proc/acpi/wakeup - - - - USBE

Consulte man 5 tmpfiles.d para detalhes.

Note: Este método pode não funcionar para definir as opções em /sys uma vez que o serviço systemd-tmpfiles-setup pode ser executado antes dos módulos de dispositivo apropriado for carregado. Neste caso, você pode verificar se o módulo tem um parâmetro para a opção que pretende definir com modinfo module e setar essa opção com um arquivo de configuração em /etc/modprobe.d. Caso contrário, você terá que escrever uma regra udev para setar o atributo adequado logo que o dispositivo aparecer.

Escrevendo arquivos .service personalizados

A sintaxe do systemd arquivos unit é inspirado pela Especificações de Entrada dos arquivos .desktop XDG Desktop, que são, por sua vez inspirado pelo .ini Microsoft Windows.

Consulte systemd/Services para mais exemplos.

Manuseando dependências

Com systemd, dependências podem ser resolvidas através da concepção de arquivos unit correctamente. O caso mais típico é que a unit A requer a unit B para ser executado antes da A ser iniciada. Nesse caso, adicione Requires=B e After=B para a seção [Unit] de A. Se a dependência for opcional, então adicione Wants=B e After=B. Nota que Wants= e Requires= não implicam After=, significando que se After= não for especificado, as duas units serão iniciada em paralelo.

Dependências são normalmente colocadas em serviços e não em targets. Por exemplo, o network.target é puxado por qualquer serviço que configure as interfaces de rede, portanto, ordenando a sua unit personalizada depois é suficiente desde que network.target for iniciado de qualquer maneira.

Tipo

Há vários tipos diferentes de arranque a considerar quando se escreve um arquivo de serviço personalizado. Isso é definido com o parâmetro Type= na seção [Service]. Consulte man systemd.service para uma explicação mais detalhada.

  • Type=simple (padrão): systemd considera que o serviço seja iniciado imediatamente. O processo não tem fork. Não use este tipo se outros serviços carecem ser solicitados neste serviço, a menos que seja socket ativado.
  • Type=forking: systemd considera que o serviço iniciou uma vez que os processos forks e o pai sairam. Para daemons clássicos use este tipo, a menos que você saiba que ele não é necessário. Deve especificar PIDFile= tão bem como systemd possa acompanhar o processo principal.
  • Type=oneshot: este é útil para os scripts que fazem um trabalho único e, em seguida, saem. Você pode querer definir RemainAfterExit=yes também para que systemd ainda considere o serviço como ativo depois que o processo foi encerrado.
  • Type=notify: idêntico ao Type=simple, mas com a condição de que o servidor irá enviar um sinal para systemd quando estiver pronto. A implementação de referência para essa notificação é fornecido pelo libsystemd-daemon.so.
  • Type=dbus: o serviço é considerado pronto quando o especificado BusName aparece na barramento do sistema do DBus.

Edição de arquivos units referidos

Para editar um arquivo unit fornecido por um pacote, você pode criar um diretório chamado /etc/systemd/system/unit.d/ por exemplo /etc/systemd/system/httpd.service.d/ e coloque os arquivos *.conf lá para substituir ou adicionar novas opções. Systemd irá analisar esses arquivos *.conf e aplicá-los no topo da unit original. Por exemplo, se você simplesmente quiser adicionar uma dependência adicional para a unit, você pode criar o seguinte arquivo:

/etc/systemd/system/unit.d/customdependency.conf
[Unit]
Requires=new dependency
After=new dependency

Em seguida, execute o comandos para que as alterações tenham efeito:

# systemctl daemon-reload
# systemctl restart unit

Alternativamente, você pode copiar o antigo arquivo unit de /usr/lib/systemd/system/ para /etc/systemd/system/ e fazer suas modificações lá. Um arquivo unit em /etc/systemd/system/ sempre sobrepõe a mesma unit em /usr/lib/systemd/system/. Note que quando a unit original em /usr/lib/ é alterada devido a uma atualização de pacotes, essas alterações não serão aplicadas automaticamente ao seu arquivo unit personalizado em /etc/. Além disso, você vai ter que reativar manualmente a unit com systemctl reenable unit. Portanto, é recomendável usar o método *.conf descrito anteriormente.

Tip: Você pode usar systemd-delta para ver quais arquivos units foram sobrescritos e o que exatamente foi alterado.

Como os arquivos units referidos serão atualizados ao longo do tempo, use systemd-delta para a manutenção do sistema.

Realce de sintaxe para units dentro Vim

Realce de sintaxe para arquivos unit systemd dentro do Vim pode ser habilitado através da instalação do vim-systemd dos repositórios oficiais.

Targets

Systemd usa targets que servem a um propósito semelhante, como níveis de execução, mas agem um pouco diferente. Cada target é nomeada em vez de numerada e destina-se a servir uma finalidade específica com a possibilidade de ter múltiplos ativos ao mesmo tempo. Algumas targets são implementadas por herdar todos os serviços da outra target e adicionando serviços adicionais a ela. Há targets systemd que imitam os níveis de execução SystemVinit comuns para que possa mudar targets usando o comando familiar telinit RUNLEVEL.

Obter targets atuais

O comando deve ser no systemd em vez de correr runlevel:

$ systemctl list-units --type=target

Criar target personalizada

Os níveis de execução que são atribuídas uma finalidade específica na instalação vanilla Fedora; 0, 1, 3, 5, e 6; tem um 1:1 mapeamento com uma específica target systemd. Infelizmente, não há nenhuma boa forma de fazer o mesmo com os níveis de execução definidos pelo usuário, como 2 e 4. Se você fizer uso deles é sugerido que você faça uma nova nomeação target systemd como /etc/systemd/system/your target que tem um dos níveis de execução existentes como base (você pode examinar /usr/lib/systemd/system/graphical.target como um exemplo), crie um diretório /etc/systemd/system/your target.wants, e então symlink o adicional serviço de /usr/lib/systemd/system/ que você deseja ativar.

Tabela de targets

Modo de execução SysV systemd Target Notas
0 runlevel0.target, poweroff.target Interrrompe o sistema.
1, s, único runlevel1.target, rescue.target Modo de usuário único.
2, 4 runlevel2.target, runlevel4.target, multi-user.target Níveis de execução User-defined/Site-specific. Por padrão, idêntico ao 3.
3 runlevel3.target, multi-user.target Multi-usuário, não-gráfico. Os usuários geralmente podem acessar através de múltiplos consoles ou via rede.
5 runlevel5.target, graphical.target Multi-usuário, gráfico. Normalmente tem todos os serviços do nível de execução 3, mais um login gráfico.
6 runlevel6.target, reboot.target Reiniciar
emergência emergency.target Shell de emergência

Alterar target atual

NO systemd targets estão expostas via target units. Você pode alterá-las assim:

# systemctl isolate graphical.target

Isso só vai mudar a target atual, e não tem nenhum efeito na próxima inicialização. É equivalente aos comandos como telinit 3 ou telinit 5 no Sysvinit.

Alterar target padrão para inicializar

A target padrão é default.target, que tem alias por padrão para graphical.target (que corresponde ao antigo nível de execução 5).Para alterar o destino padrão na hora da inicialização, adicione um dos seguintes kernel parameters para seu gerenciador de boot:

Tip: A extensão .target pode ser deixada de fora.
  • systemd.unit=multi-user.target (que corresponde ao antigo nível de execução 3),
  • systemd.unit=rescue.target (que corresponde ao antigo nível de execução 1).

Alternativamente, você pode deixar o gerenciador de boot sozinho e alterar default.target. Pode ser feito usando o systemctl:

# systemctl enable multi-user.target

O efeito desse comando é emitido pelo systemctl; um symlink para a nova target padrão é feita em /etc/systemd/system/default.target. Isso funciona se, e somente se:

[Install]
Alias=default.target

está no arquivo de configuração da target. Atualmente, multi-user.target e graphical.target ambos têm isso.

Journal

systemd tem o seu próprio sistema de registro chamado de o journal e, portanto, a execução de um daemon syslog não é mais necessário. Para ler o log, utilize:

# journalctl

Por padrão (quando Storage= é definido para auto em /etc/systemd/journald.conf), o journal escreve para /var/log/journal/. O diretório /var/log/journal/ faz parte do pacote systemd. Se você ou algum programa apagar esse diretório, systemd não irá recriá-lo automaticamente; no entanto, ele será recriado durante a próxima atualização do pacote systemd. Até então, os registros serão gravados /run/systemd/journal, e os registros se perderão na reinicialização.

Tip: Se /var/log/journal/ reside em um sistema de arquivo btrfs você deve considerar a desativação Copy-on-Write do diretório:
# chattr +C /var/log/journal

Filtrando saída

journalctl permite filtrar a saída por campos específicos.

Exemplos:

Mostra todas as mensagens desta inicialização:

# journalctl -b

No entanto, muitas vezes alguém está interessado em mensagens não do atual, mas do boot anterior (por exemplo, se uma falha irrecuperável do sistema aconteceu). Atualmente, este recurso não está implementado, embora foi uma discussão em systemd-devel@lists.freedesktop.org (Setembro/Outubro 2012).

Como alternativa você pode usar no momento:

# journalctl --since=today | tac | sed -n '/-- Reboot --/{n;:r;/-- Reboot --/q;p;n;b r}' | tac

desde que a inicialização anterior aconteceu hoje. Esteja ciente que, se houver muitas mensagens para o dia atual, a saída deste comando pode ser atrasada por algum tempo.

Note: Isso precisa ser corrigido uma vez que 206 regiões. journalctl -b agora assume argumentos como -0 para a última inicialização ou uma ID de inicialização. E.x. journalctl -b -3 vai mostrar todas as mensagens da quarta para a última inicialização.

Acompanhe as novas mensagens:

# journalctl -f

Mostrar todas as mensagens por um executável específico:

# journalctl /usr/lib/systemd/systemd

Mostrar todas as mensagens através de um processo específico:

# journalctl _PID=1

Mostrar todas as mensagens de uma unit específica:

# journalctl -u netcfg

Consulte man 1 journalctl, man 7 systemd.journal-fields, ou Lennert's mensagem de blog para detalhes.

Tamanho limite do Journal

Se o journal é persistente (não volátil), seu tamanho limite é definido para um valor padrão de 10% do tamanho do respectivo sistema de arquivos. Por exemplo, com o /var/log/journal localizado em uma partição root de 50 GiB isso levaria a 5 GiB de dados do journal. O tamanho máximo do journal persistente pode ser controlado pelo SystemMaxUse em /etc/systemd/journald.conf, então para limitá-lo, por exemplo, a 50 MiB descomente e edite a linha correspondente a:

SystemMaxUse=50M

Consulte man journald.conf para mais informações.

Journald em conjunto com o syslog

Compatibilidade com implementações syslog clássico é fornecida através do socket /run/systemd/journal/syslog, para o qual todas as mensagens são encaminhadas. Para fazer funcionar o daemon syslog com o journal, tem de vincular a este socket em vez de /dev/log (official announcement). O pacote syslog-ng nos repositórios fornece automaticamente a configuração necessária.

# systemctl enable syslog-ng

Um bom tutorial journalctl está aqui.

Solução de problemas

Desligar/reiniciar demora um longo tempo

Se o processo de encerramento tem um tempo muito longo (ou parece congelar) mais provavelmente um serviço que não encerra é o responsável. Systemd espera um tempo para cada serviço encerrar antes de tentar matá-lo. Para descobrir se você foi afetado, consulte this article.

Processos de curta duração não parecem registrar qualquer saída

Se journalctl -u foounit não mostra nenhuma saída para um serviço de curta duração, veja o PID em vez disso. Por exemplo, se systemd-modules-load.service falha, e systemctl status systemd-modules-load mostra que executou com PID 123, então você talvez possa ver uma saída no journal por esse PID, ou seja, journalctl -b _PID=123. Campos de metadados para o journal como _SYSTEMD_UNIT e _COMM são coletados de forma assíncrona e invocam o diretório /proc para o processo existente. A solução deste problema requer fixar o kernel para fornecer esses dados através de uma conexão de socket, semelhante ao SCM_CREDENTIALS.

Diagnosticar problemas de inicialização

Inicialização desses parâmetros na linha de comando do kernel: systemd.log_level=debug systemd.log_target=kmsg log_buf_len=1M

More Debugging Information

Desativando despejos de memória de aplicativos journaling

Para voltar os arquivos normais de despejo de memória, edite o seguinte arquivo de forma que sobrescreva os ajustes de /lib/sysctl.d/:

/etc/sysctl.d/49-coredump.conf
kernel.core_pattern = core
kernel.core_uses_pid = 0

Então execute:

# /usr/lib/systemd/systemd-sysctl

Como antes, você também precisa "unlimit" o tamanho dos arquivos de núcleo no shell:

$ ulimit -c unlimited

Consulte sysctl.d e the documentation for /proc/sys/kernel para mais informações.

Consulte também